Claro que, também, fez um bom governo, em praticamente todos os setores. Dos que podem ser considerados como novidades na política estadual, Adailton Fúria anda sonhando alto.
Dizendo ser contra o desmatamento, Molion destaca, contudo, que a questão tem que ser analisada de forma científica e não com teorias da catástrofe, criada a partir de estudos que ele considera errados.
Há ainda outra questão: o governador Marcos Rocha, que disputará uma vaga ao Senado, já definiu que seu candidato ao Governo chama-se Sérgio Gonçalves e não Hildon Chaves.
PERGUNTINHA – No atual estágio de parte das cortes superiores da Justiça brasileira, você acha que vai dar em alguma coisa, a decisão da Justiça Eleitoral de Brasília em denunciar Marcelo Odebrecht, Jão Vacari Neto, Renato Duque e outros 36 envolvidos no escândalo de propinas de mais de 68 milhões de reais para o PT, entre 2009 e 2016, caso descoberto pela Lava Jato?
PERGUNTINHA – Qual sua opinião sobre importante decisão tomada pelo STF, que julgou, pela maioria dos seus membros, que símbolos religiosos podem ser ostentados em prédios do governo, “desde que o objetivo seja manifestar a tradição cultural da sociedade”?
Claro que nem ele nem seus fãs aceitariam tal uso de uma música feita contra uma ditadura de direita, já que as ditaduras de esquerda não merecem músicas de protesto, porque seus autores sabem muito bem onde vão parar.
PERGUNTINHA: Você ficou surpreso com a decisão dos vereadores de São Paulo de aumentarem seus próprios salários em 37% logo após as eleições municipais? Ou acredita que isso deve se repetir em outras cidades, como tem acontecido?
Pergunta – Com esta ânsia voraz de mais e mais impostos, que os governos de todos os níveis impõem aos seus cidadãos, cada vez mais, não é correto recordar as famosas declarações da ex-Primeira Ministra inglesa Margareth Tatcher: “Não existe esta coisa dinheiro público. Existe apenas o dinheiro dos impostos que você paga para o Estado”?
A imensa maioria dos que compõem a classe política tem projetos, querem executá-los, mas, antes de tudo e sempre visando a meta maior: todos estão de olho nas urnas.
E vai deixar claro, caso vote em Léo, que quer mudança e que os oito anos de Hildon Chaves não o agradaram. Tem mais: o resultado das urnas na capital dos rondonienses vai influenciar diretamente nos projetos para 2026 de diferentes lideranças e grupos políticos. Com Mariana, o caminho será um.
Dentro de cerca de 96 horas, a contar da meia noite desta quarta-feira, as seções eleitorais abrirão suas portas e as filas de eleitores começarão a serem formadas.