SEXTA-FEIRA, 05/12/2025
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OPINIÃO DE PRIMEIRA – Governo negocia compra da Uniron por R$ 67 milhões e cenário político de Rondônia vive semana de tensões

Negociação do novo Heuro movimenta a palavra-chave “Governo de Rondônia” e marca início de uma semana decisiva no Estado.

Por Sergio Pires - 50

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OPINIÃO DE PRIMEIRA – Governo negocia compra da Uniron por R$ 67 milhões e cenário político de Rondônia vive semana de tensões

GOVERNO TERIA COMPRADO ÁREA E PRÉDIOS DA UNIRON PARA O NOVO HEURO. NEGÓCIO SERIA DE 67 MILHÕES DE REAIS

Ainda não há informação oficial, até porque o secretário de saúde Coronel Jefferson Rocha, embora considere “uma ótima área”, diga que não sabe nada, oficialmente, sobre o assunto. Mas o negócio já estaria fechado. O Governo de Rondônia estaria adquirindo, por 67 milhões de reais, toda a área de 80 mil metros quadrados e 30 mil metros construídos, em dois grandes prédios, o imóvel que pertencia à antiga Faculdade Uniron, localizado na avenida Mamoré, zona leste, a pouca distância da BR 364. Inaugurado em 2003, como um dos maiores campos universitários de Rondônia e da região norte, a Uniron se uniu, em 2016, ao Centro Universitário Norte. Em 2023 passou a integrar uma só organização, liderada pelo Grupo Sapiens, criado por Milton Pellucio e dirigido por seu filho, o empresário Guto Pellucio.

O governo pode anunciar em breve a conclusão do negócio e os planos para que toda a estrutura seja transformada num grande hospital. É possível que, feitas as adaptações necessárias, o local se torne o tão sonhado Heuro de Rondônia, uma promessa que o governador Marcos Rocha havia feito, para que, finalmente, a Capital dos rondonienses tivessem seu hospital público para urgências e emergências.

Até a noite da sexta-feira, quando uma fonte muito bem informada sobre o assunto confirmou que o prego foi batido e a ponta virada, não havia confirmação oficial do negócio nem da Sesau e nem do Governo do Estado. Questionado, ao menos até o final do sábado, o secretário Coronel Jefferson preferiu afirmar que não sabe nada sobre o caso da compra, embora elogie a área.

O que se sabe é que o pedido dos proprietários dos 80 mil metros quadrados e dos prédios haviam pedido 70 milhões de reais. Na negociação que aconteceu, ouviu-se, nos bastidores, que o preço teria caído 3 milhões, fechando nos 67 milhões de reais. O pagamento, pelo acordo, deverá ser feito até 15 de dezembro.

O governador Marcos Rocha já havia comentado sobre o assunto do Hospital várias vezes, mas não citou a área da Uniron. O assunto vazou, contudo. O Estado já havia reservado um valor aproximado de 70 milhões para investir ou na construção de um novo prédio para abrigar o Heuro ou na compra de uma área e edificações já existentes. A opção, no final, teria sido pela área da Uniron.

Nos próximos dias, devem começar a ser dadas informações oficiais sobre o assunto, inclusive nos investimentos que ainda precisarão ser feitos, para adaptação dos prédios, que somados, têm 30 mil metros de área construída. Estas construções representam, por exemplo, três vezes o tamanho do nosso Hospital de Base, que tem 10 mil metros no prédio físico. Agora, é aguardar para termos, enfim, o grande hospital que Porto Velho tanto precisa e para que o Governo Marcos Rocha consiga, enfim, comemorar este grande avanço para todos os rondonienses.

SENADORES, DEPUTADOS E PRODUTORES NÃO VÃO ENTREGAR OS PONTOS PARA A BRUTALIDADE DA FUNAI

Rondônia não vai se entregar tão fácil à ideologia e a decisões judiciais incríveis, que mandam retirar de suas terras gente pobre, trabalhadora, que vive do seu suor em alguns casos há 40 anos e com toda a documentação exigida.

A decisão monocrática do agora ex-ministro Luís Roberto Barroso, que ignorou documentos emitidos pelo Incra e mandou defenestrar toda esta gente, nas áreas no entorno da terra dos Uru-Weu-Wau-Au, é dessas excrescências jurídicas que só são aceitas mesmo neste Brasil da politização de parte do Judiciário.

Duas comitivas do Senado já vieram ao Estado, para ver a situação de perto. A última, composta pela senadora Damares Alves e os senadores rondonienses Jaime Bagattoli e Marcos Rogério, mais que comprovaram abusos absurdos contra os direitos humanos. Como por exemplo destruir bens e queimar casas, os lares de famílias, algo que não foi autorizado pelo STF e por nenhum tribunal.

Um dos que mais têm lutado contra esses abusos da Funai e da Força Nacional, entre outros grupos que atacam as propriedades, o deputado Lúcio Mosquini, continua desafiando a Funai a provar que o erro da demarcação das terras não foi do Incra.

Ambos são órgãos do mesmo governo, mas a tirania da destruição tem gritado mais alto. Damares e seus companheiros prometem que o Senado tomará providências. Mosquini garante que vai batalhar até o fim. Vários deputados estaduais também estão envolvidos na luta. Não vamos nos entregar tão fácil à força bruta.

ROCHA DEFENDE CUIDADOS AMBIENTAIS, MAS LEMBRA QUE “AS PESSOAS TAMBÉM PRECISAM SER PRESERVADAS”!

Toda a preocupação com as questões ambientais, investimentos pesados, busca de inovação e olhos sempre voltados para energia limpa, industrialização verde, agricultura sustentável, educação ambiental e governança climática. Mas jamais sem esquecer as pessoas que aqui vivem. Este é o resumo da posição de Rondônia durante a COP 30. Num vídeo postado nas redes sociais, o governador Marcos Rocha destaca que “Rondônia não poderia ficar fora da COP 30 e apresentar seus em defesa do meio ambiente, como o Plano Futura – Rondônia Rumo ao Desenvolvimento Sustentável e Inclusivo”

“Contudo, tão importante quanto isso – destacou o Governador rondoniense – “mas também é muito importante lembrarmos que existem milhares e milhares de pessoas e que também merecem ser preservadas”, disse, num jogo de palavras criativo em relação à preservação da floresta. Rocha afirmou que não se pode mais viver apenas repetindo jargões. O é necessário, opinou, que se saiba que na COP não se trata só de ambiente, mas também de negócios e empresas.

Neste pacote de convivência positiva entre meio ambiente, empresas e pessoas, Rocha lembrou que “queremos atrair cada vez mais empresas. Não é à toa que somos hoje o menor índice de desemprego do país. Temos que cuidar das questões ambientais, mas nunca podemos esquecer das pessoas que aqui vivem”, gravou.

BANDIDOS ROUBAM FIAÇÃO DA CAERD E PARTE DO CENTRO DA CAPITAL PODE FICAR SEM ÁGUA NOS PRÓXIMOS DIAS

Eles chegaram na calada da madrugada. Arrancaram oito “pernas” de cabos de energia de 185 milímetros, caríssimos. Os cabos são vitais para a captação de água bruta, que depois de passar pelos processos de decantação, são distribuídos aos porto-velhenses pela rede da Caerd. Os bandidos sabiam o que estavam fazendo. O crime deles pode deixar pelo menos 30 por cento das residências da área mais central de Porto Velho completamente sem água, por pelo menos dois dias, mas pode ser até mais. Como o sábado foi feriado e o roubo foi na madrugada de sexta, teríamos ainda um domingo pela frente e só na segunda, se tudo der certo, um novo material poderá ser adquirido.

Ex-diretor da Caerd e hoje secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, o engenheiro Lauro Fernandes, personagem dos mais respeitados onde quer que atue, divulgou um vídeo se solidarizando com seus ex-colegas da Caerd e, ao mesmo tempo, conclamando as autoridades policiais para que localizem e prendam estes bandidos. Por causa deles, milhares de pessoas poderão ser prejudicadas, ficando alguns dias sem água nas suas casas.

Para Fernandes, “isto não pode ficar impune!”. Lembrou que os cabos de energia furtados, de cobre, “custam uma fortuna”” e pediu que os bandidos responsáveis sejam capturados e que sofram os mais duros rigores da lei. Disse ainda que “muita gente precisa dessa água, porque água é vida. Daí vêm estes covardes e fazer um negócio desses com a população”. A Caerd já está trabalhando no sentido de resolver o problema, mas as máquinas terão que ser retiradas e consertadas, antes de voltarem a funcionar. Não é trabalho para pouco tempo. Portanto, quem vive na região atingida, que economize o máximo possível de água.

LEILÃO EM BENEFÍCIO DO HOSPITAL DO AMOR, QUE ATENDE MILHARES DE PACIENTES DE CÂNCER, SERÁ DIA 7

Todos os meses, o Hospital do Amor, que atende mensalmente 16 mil porto-velhenses para tratamento de câncer (sem contar as pessoas que vêm de outras cidades), precisa uma suplementação de recursos na ordem de 4 milhões de reais. Os 7 milhões que ele recebe do SUS são insuficientes para cobrir os 11 milhões de custo mensal. O que ajuda o Hospital a sobreviver são doações, campanhas, movimentações sociais e os leilões, promovidos por gente caridosa do agronegócio, que se mobiliza para ajudar seus semelhantes, nas horas mais difíceis de suas vidas.

É neste contexto que está em andamento e terá seu ápice no dia 7 de dezembro próximo, o tradicional Leilão Beneficente Direito de Viver, que chega à sua 10ª edição. O leilão principal vai acontecer no Rancho Alto (BR-364, Km 16 – sentido Acre). O evento reunirá produtores rurais, empresários e profissionais de diversos setores em uma grande corrente solidária em prol do Hospital de Amor Amazônia. As doações já estão acontecendo e, no final do leilão, a meta é chegar a uma arrecadação total de 2 milhões de reais.

O coordenador do evento, o pecuarista Ivanir Gurgel do Amaral, acompanhado do coordenador geral de arrecadação do Hospital do Amor, Leandro Oliveira, participaram do programa Papo de Redação, na Rádio Parecis FM, com os Dinossauros do Rádio, aproveitando para conclamar a coletividade a contribuir com a ação em benefício do Hospital do Câncer. Além do leilão de gado, este ano o evento terá dois outros prêmios: um carro zero quilômetro e também uma moto zero.

POR QUE A LCP ATUA HÁ MAIS DE 25 ANOS E NUNCA FOI TRATADA COMO ORGANIZAÇÃO TERRORISTA?

Há uma preocupação de algumas autoridades em tentar mante o grupo terrorista e criminoso da Liga dos Camponeses Pobres (LCP) como se apenas alguns líderes devessem ser encarcerados, enquanto a maioria dos membros do grupo seria gente cooptada, gente pobre sem-terra, seguindo falsas promessas. Claro que isso é um erro grave e, tirando-se a ideologia que ainda protege este tipo de bandido, não há explicação para esta visão distorcida.

Fortemente armada, com fuzis, espingardas e armas pesadas, com munição utilizada em guerras (de onde eles conseguem tudo isso?) a LCP ataca em Rondônia há mais de 25 anos. Destrói propriedades, máquinas, equipamentos, derruba a floresta e depois negocia a propriedade invadida. Foi isso, aliás, que levou as autoridades, lideradas pelo Ministério Público, a envolver mais de 400 policiais numa megaoperação nesta semana, quando um criminoso, líder do bando, morreu em confronto com Polícia e a mulher dele foi ferida.

Ora, se este grupo tivesse sido contido quando iniciou suas atividades criminosas, no final dos anos 90, certamente a situação não chegaria ao que chegou hoje. Depois de muitas mortes de inocentes, prejuízos, incontáveis, usando armas que nem a Polícia usa, treinando táticas de guerrilha e atacando propriedades, os líderes do grupo fizeram fortuna. Alguns foram pegos, mas há muitos outros, à solta, que continuam sua trajetória de crimes.

INVASORES DESTRUÍRAM A FAZENDA E A PLANTAÇÃO DE MOGNO. PREJUÍZOS SUPERARAM OS 300 MILHÕES DE REAIS

No final da operação desta semana, foram congelados bens no valor de mais de 2 bilhões de reais do grupo criminoso. Vários produtores perderam senão tudo, quase tudo o que tinham e, até hoje, os que morreram não puderam deixar nada para seus descendentes. Há inúmeros exemplos. Um deles foi o caso do falecido líder dos produtores rurais do Estado, Sebastião Conti Neto. No Seringal Bom Futuro, também chamada de Fazenda do Conti, os ataques seguidos do grupo ocorreram por vários anos.

Quando Conti conseguiu uma reintegração de posse, tinha que providenciar todo o apoio logístico para o cumprimento da decisão judicial. Quando conseguia, os bandidos fugiam. Dias depois, retornavam, destruindo tudo de novo. E o proprietário tinha que começar todo o processo do zero. Morreu certamente ao ver sua propriedade, onde tinha uma grande plantação de mogno, se destruída dia após dia, sem ter nenhum apoio e sem ter a quem recorrer.

Os bandidos arrancaram as árvores de mogno, algumas ainda crescendo, venderam toda a madeira, destruíram a fazendo, colocaram fogo, roubaram tudo o que puderam. Na época, o prejuízo calculado era de 300 milhões de reais. A família de Conti, até hoje, luta na Justiça para que sei direito seja respeitado. Algum dia o será?

O fracasso do Estado, da legislação que já naquela época protegia bandidos, considerando-os apenas pobres sem-terra e o lava-mãos, que permitiu que a LCP chegasse onde chegou, é uma mancha na História de Rondônia, que permanecerá por longos anos.

CÂMARA: CASO TEZZARI, LIXO E PROJETO POLÊMICO SERÃO TEMAS NESTA SEMANA QUE INICIA

A Câmara de Vereadores de Porto Velho ferve nos últimos dias. Há casos que terão desdobramentos importantes nesta semana que se inicia. O primeiro deles envolve o vereador Thiago Tezzari, afastado e sob investigação, sob suspeita de rachadinha. O Ministério Público e a Polícia Civil pediram que ele fosse mantido longe da Câmara por seis meses, mas a Justiça concedeu apenas mais 30 dias. Outra questão complexa é o caso do lixo, que tem sido pauta constante dos vereadores. Há pedidos para comparecimento de secretários, mas até o final de semana não havia informação definitiva sobre o assunto.

A questão do lixo ainda está pendente. Vários bairros continuavam sem atendimento normal, pelo menos até a sexta-feira. Entre eles, o bairro Lagoa, a Campo Sales, perto do INSS; bairros da zona sul e leste. As reclamações continuam em grande número, apesar do esforço da Prefeitura em exigir que a empresa que está com o contrato emergencial cumpra na íntegra a missão de manter a cidade limpa. Há mais de duas semanas as reclamações se acumulam, embora em algumas áreas já tenha havido recolhimento pelo menos a cada três dias.

Outra questão polêmica envolve a vereadora Sofia Andrade. Ela apresentou projeto, copiado da Prefeitura de Florianópolis, que determina que quem chegar na Rodoviária em Porto Velho sem endereço e sem trabalho, seja mandado de volta de onde veio. O caso repercutiu e o projeto, aprovado pelos vereadores, está com o prefeito Léo Moraes, para sanção ou veto. A tendência era de veto, segundo comentários dos bastidores.

PROJETO DE CRISPIN QUER PROTEGER PRODUTOR RURAL DA CONCORRÊNCIA DO LEITE IMPORTADO

Foi pensando no produtor de leite rondoniense, que acorda de madrugada para a ordenha e sobrevive com dificuldades, que o deputado estadual Ismael Crispin apresentou projeto de lei, na Assembleia, proibindo a importação de leite. A proposta proíbe a reconstituição de leite em pó e derivados de origem importada para fabricação de alimentos em Rondônia.

“Estamos falando de famílias que acordam cedo, enfrentam sol e chuva, e que veem seu trabalho ser desvalorizado por produtos estrangeiros que chegam ao mercado a preços inviáveis para o produtor rondoniense competir”, afirma o deputado.

O texto do projeto proíbe que indústrias, laticínios ou qualquer pessoa jurídica utilizem leite em pó, composto lácteo, soro de leite e outros derivados importados na fabricação de produtos destinados ao consumo humano. A exceção vale apenas para produtos embalados para o consumidor final e dentro das normas da Anvisa.

Além de proteger o produtor, o projeto também reforça a segurança alimentar, garantindo ao consumidor produtos com origem rastreável e conformidade com as normas sanitárias nacionais. Para Crispin, “fortalecer o setor leiteiro significa garantir renda, dignidade e permanência das famílias no campo, preservando a vocação agropecuária de Rondônia”.

A proposta foi inspirada em legislação semelhante aprovada no Paraná, a proposta incentiva a industrialização local e estimula que o valor agregado permaneça dentro do Estado, impulsionando o agronegócio.

PERGUNTINHA

Qual sua opinião sobre as declarações do senador amazonense Plínio Valério, um dos grandes defensores da nossa região, quando disse que “enquanto o mundo aplaude discursos bonitos, os verdadeiros Amazônidas, nossos indígenas, estão protestando porque sabem que são usados por ONGs e aproveitadores. O indígena não quer ser vítima. Quer ser protagonista da própria história”?

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