Escritor homenageia servidor do Tribunal de Contas de Rondônia em nova obra literária

Marquelino Santana dedica o livro Amazônia Guerra e Paz a Moisés Rodrigues Lopes, destacando a atuação ética do profissional na região da Ponta do Abunã.

Fonte: Izabel Cristina

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Escritor homenageia servidor do Tribunal de Contas de Rondônia em nova obra literária

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O escritor Marquelino Santana lançou a sua mais recente obra literária, denominada “Amazônia Guerra & Paz” , e dedicou ao servidor do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia, Moisés Rodrigues Lopes, que é Técnico de Controle Externo e Assessor Técnico da SGCE.

Nascido em Porto Velho, Moisés tem se destacado no TCE de forma notável, atuando na Secretaria-Geral de Controle Externo. Por onde passa, o servidor deixa clarividente a sua relevante eticidade no sentido de melhorar a qualidade de vida das pessoas.

Escritor homenageia servidor do Tribunal de Contas de Rondônia em nova obra literária

O escritor Marquelino Santana, teve a oportunidade de observar de perto as atividades desenvolvidas pelo servidor na Região da Ponta do Abunã, fator que chamou muito a atenção do pesquisador pela forma ética e transparente como Moisés atuava.

Foi justamente esse trabalho voltado aos valores ontológicos da sociedade e a defesa honrosa pelo cumprimento dos princípios constitucionais que fez com que através de uma pesquisa participante de vivência na fronteira amazônica, Marquelino Santana decidisse atribuir essa honraria ao servidor do TCE no Estado de Rondônia.

Moisés é um exemplo a ser seguido em todos os órgãos fiscalizadores, não apenas do nosso estado, mas também em todo território nacional. Disse Marquelino Santana a nossa reportagem.

No livro “Amazônia Guerra & Paz”, um compilado de mais de 500 páginas, o renomado escritor rondoniense mostra os gumes sinistros do peso e o poder do peso do capital, que segundo o autor, aceleram nocivamente a hostilização da alma exuberante do bem viver amazônico.

Segundo nos relata Marquelino, os modos de vida são desalojados do lugar, enquanto as populações originárias e tradicionais da Amazônia brasileira são escabrosamente condenadas à viverem nos corredores da hecatombe humana sob as trevas de uma cortina de silêncio onde prevalece o poder hegemônico do capital hostil e belicoso.

O autor nos relata que Moisés, além de amigo, é um renomado profissional que lhe causa inspiração. Marquelino esclarece que na Amazônia existe uma absurdez desumana doentia que ceifa de forma facciosa os valores ontológicos do ser. Para o escritor, na exaustão da morte em vida, a guerra afugenta saberes, desaloja almas e culmina no império das cinzas.

Segundo relata o pesquisador, é no aviltamento da intolerância humana e na fúria inquisitorial do ódio e da xenofobia genocida, que prevalece o reacionarismo ditatorial e abusivo de uma sociedade envolvente que humilha, mata e enterra.

Na obra, Marquelino Santana relata e retrata as desterritorializações das coletividades originárias e tradicionais do lugar, e condena a pistolagem, a grilagem e a fome. Enfim, ele nos diz que é uma guerra que não cessa e uma diplomaquiagem nitidamente voltada a necropolítica estatal diante de um opróbrio pugnaz de um desregramento subserviente ao poder hegemônico do capital que viola todo processo de paz.

O conceituado escritor nos mostra uma sociedade reacionária envolvente, onde o gargalo e a cruz se imbricam, resultando na fome, na desgraça, na exclusão, na cova rasa e no cheiro da pólvora que execra os miseráveis em agonia. Para ele esse cenário de guerra é o palco da malevolência desumana sem trégua e sem armistício, onde a paz corre e nunca chega.

Parabenizamos o autor pela merecida dedicatória dirigida ao servidor. Ao tempo em que reconhecemos e também parabenizamos o servidor homenageado pela trajetória ilibada nas atividades desenvolvidas como eminente técnico de controle externo do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia.

A homenagem foi realizada nesta terça-feira (04/08) no Tribunal de Contas, e segundo o Prof. Dr e Comendador Marquelino Santana, as pesquisas sobre as minorias étnico-raciais marginalizadas da Amazônia continuarão sendo acompanhadas de perto pelo pesquisador.

Que outros Marquelinos surjam para mostrar aos leitores os gargalos e mazelas da Amazônia, e que outros Moisés também surjam na defesa intransigente dos direitos da sociedade rondoniense. Parabéns!

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