Grupos de convivência fortalecem inclusão social da pessoa idosa nos Cras de Porto Velho

Semias coordena atividades pedagógicas e dinâmicas de acolhimento em parceria com a Faculdade São Lucas para evitar o isolamento de idosos

Fonte: Adaides Batista |SMC|PMPV - 010

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Grupos de convivência fortalecem inclusão social da pessoa idosa nos Cras de Porto Velho
Foto: Semias

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A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), está expandindo as ações de atendimento à melhor idade. O projeto foca no fortalecimento de vínculos e na inclusão social da pessoa idosa nos Cras da capital, garantindo o acesso a direitos fundamentais e o estímulo à convivência comunitária.

Atualmente, as unidades da rede socioassistencial organizam dinâmicas recreativas, rodas de conversa e orientações voltadas à saúde física e mental. As atividades têm como meta central combater o isolamento social, prevenir quadros de depressão e assegurar um envelhecimento ativo, saudável e cidadão.

Um exemplo prático ocorre no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Paulo Freire, que sediou uma nova reunião do grupo “Viver Melhor Idade”. Sob a coordenação da assistente social Marinês Soares, a unidade promoveu oficinas educativas e momentos de escuta qualificada para dezenas de moradores locais.

A ação contou com o suporte técnico de estudantes e professores da Faculdade São Lucas, instituição parceira da administração pública nessa iniciativa. O intercâmbio com o meio universitário possibilita um atendimento humanizado e agrega novas práticas de saúde preventiva e bem-estar ao cronograma dos idosos.

O titular da Semias, Paulo Afonso, explicou que os encontros semanais funcionam como uma porta de entrada para que os usuários conheçam os serviços da assistência social. Nas reuniões, os participantes recebem informativos detalhados sobre como acessar consultas médicas, programas de transferência de renda e benefícios de transporte.

O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, ratificou que esses grupos de convivência consolidam a proteção social básica em âmbito municipal. A intenção do poder executivo é manter o suporte continuado às famílias da região, transformando os centros de referência em espaços permanentes de integração e valorização da cidadania.

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