A comunidade acadêmica de Porto Velho vive dias de luto e reflexão após a morte da professora e escrivã de polícia Juliana de Matos Lima Santiago, assassinada dentro de uma faculdade. A perda de uma profissional reconhecida pela dedicação, ética e compromisso com os alunos gerou comoção e, ao mesmo tempo, um movimento de união entre estudantes.
Em um vídeo divulgado nas redes, líderes de turma dos cursos de Direito das faculdades FIMCA e Metropolitana decidiram falar em nome dos colegas. A mensagem é clara, humana e responsável. Eles afirmam que não se trata de um ataque, mas de um pedido por justiça e por mudanças concretas para que situações assim não voltem a acontecer.
Com o coração pesado, os estudantes lembram que Juliana estava exercendo seu trabalho, formando profissionais e pessoas melhores. Para eles, a segurança e a saúde de todos são fundamentos de qualquer ambiente acadêmico e, quando esses pilares falham, toda a comunidade é impactada.
No pronunciamento, os líderes destacam que as medidas atuais não foram suficientes para impedir a tragédia. Por isso, pedem reforço na segurança, protocolos adequados e, de forma objetiva, a implantação de um ambulatório médico dentro das instituições, para garantir atendimento imediato em situações de emergência e reduzir riscos de desfechos ainda mais graves.
O tom do vídeo é de união e compromisso. Os estudantes afirmam que o objetivo é construir um ambiente mais seguro, mais justo e mais humano, pautado pelo respeito, pela ética e pela responsabilidade. “Pel@s professores, por ela e por todos nós”, dizem, reforçando que o pedido de justiça também é um pedido de cuidado com a vida.
A mobilização mostra que o luto pode se transformar em ação. Ao dar voz a esse clamor, os alunos buscam honrar a memória de Juliana e contribuir para que as instituições de ensino sejam espaços de proteção, acolhimento e dignidade para toda a comunidade acadêmica.








































