A noite de domingo (1º) do Grammy Awards 2026 foi marcada por moda de vanguarda e declarações políticas contundentes. A cantora Chappell Roan parou o tapete vermelho ao surgir com um vestido bordô transparente da grife Mugler, que utilizava uma estrutura inovadora para criar a ilusão de tecido flutuante, fixado estrategicamente por piercings corporais.
O visual, assinado por Miguel Castro Freitas, foi uma releitura da icônica coleção Jeu de Paume de 1998, criada por Manfred Thierry Mugler. Para equilibrar a ousadia da peça, que deixava parte do corpo à mostra, a artista utilizou uma capa combinando e manteve os cabelos soltos, criando uma estética que fundia o clássico da alta-costura com o experimentalismo moderno.

Além do brilho da moda, a premiação reservou momentos de forte impacto social. Ao vencer na categoria de Melhor Álbum de Música Urbana, o porto-riquenho Bad Bunny utilizou seu tempo de antena para criticar as ações do ICE (Serviço de Imigração dos EUA). Em um discurso aplaudido de pé, o artista defendeu a dignidade dos imigrantes.
“Não somos selvagens, não somos alienígenas, somos humanos e somos americanos”, declarou o cantor. Bad Bunny enfatizou que a resposta ao ódio deve ser o amor, pedindo por mais empatia e humanidade nas políticas migratórias, reforçando o papel da música como ferramenta de resistência e união.
| Destaque do Grammy 2026 | Detalhes | Significado |
| Look de Chappell Roan | Mugler Transparente | Releitura de alta-costura (1998) |
| Discurso de Bad Bunny | Contra o ICE | Defesa dos direitos humanos e imigrantes |
| Vencedor Música Urbana | Bad Bunny | Consolidação do gênero no mercado global |
| Estética Visual | “Tecido Suspenso” | Inovação tecnológica na moda |
A escolha de Chappell Roan reafirma a tendência de “transparência estrutural” que deve dominar as passarelas em 2026, enquanto o posicionamento de Bad Bunny ecoa as tensões políticas atuais nos Estados Unidos. O evento mostrou que o Grammy continua sendo o palco principal onde a estética e a ética se encontram para pautar a conversa global.
As redes sociais ficaram divididas entre o elogio à audácia artística de Roan e o apoio massivo às palavras do cantor latino, tornando esta edição uma das mais comentadas da década.






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