A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) recuou de 3,97% para 3,95% em 2026. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (18) pelo Banco Central, por meio do relatório semanal Focus.
O novo índice consolida a tendência de queda pela sexta semana consecutiva e mantém a inflação dentro do teto da meta. O Conselho Monetário Nacional estabeleceu o objetivo em 3%, com limite superior de tolerância de até 4,5%.
Para controlar o aumento de preços, o Banco Central mantém a Taxa Selic em 15% ao ano, o patamar mais elevado das últimas duas décadas. No entanto, o mercado estima que os juros básicos caiam para 12,25% até o fim de dezembro.
O Comitê de Política Monetária indicou que pode iniciar o ciclo de redução dos juros já na reunião de março. A medida depende da manutenção do cenário econômico estável e do comportamento controlado dos preços de energia e combustíveis.
Quanto à atividade econômica, as instituições financeiras projetam um crescimento de 1,8% do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano e para 2027. O resultado consolidado da economia em 2025 será anunciado oficialmente no dia 3 de março.
A cotação da moeda norte-americana também entrou nas projeções dos analistas, com estimativa de fechamento em R$ 5,50 para o encerramento de 2026. A estabilidade do câmbio é vista como fator positivo para frear novas pressões inflacionárias.




































