O Spotify anunciou um novo reajuste nos preços das assinaturas Premium nos Estados Unidos, tornando o serviço novamente mais caro para os usuários. A mudança começou a ser comunicada por e-mail aos assinantes ativos e passa a valer para todos os planos disponíveis, incluindo a modalidade destinada a estudantes.
Este é o terceiro aumento aplicado pela empresa desde 2023, conforme destacou o site The Verge. Além do mercado norte-americano, o reajuste também foi confirmado para Estônia e Letônia.
Novos preços do Spotify Premium nos EUA
Com o reajuste, os valores das assinaturas passam a ser:
- Premium Individual: de US$ 11,99 para US$ 12,99
- Premium Duo: de US$ 16,99 para US$ 18,99
- Premium Family: de US$ 19,99 para US$ 21,99
- Premium Student: de US$ 5,99 para US$ 6,99
A correção representa aumentos que variam entre US$ 1 e US$ 2 por plano, impactando tanto usuários individuais quanto famílias e estudantes.
Justificativa do Spotify
Em comunicado oficial, o Spotify afirmou que os reajustes fazem parte de uma estratégia recorrente da empresa. Segundo a plataforma, “atualizações ocasionais de preços em nossos mercados refletem o valor que o Spotify oferece, permitindo continuar investindo na melhor experiência possível para os usuários e beneficiando os artistas”.
A empresa não detalhou quais melhorias específicas motivaram o aumento, mas reforçou que o objetivo é sustentar o crescimento da plataforma e a remuneração do ecossistema musical.
Aumento já era esperado
Apesar das críticas, o novo reajuste não chega a ser uma surpresa. Em novembro de 2025, fontes próximas ao assunto já indicavam que o Spotify planejava elevar os preços nos Estados Unidos ao longo do primeiro trimestre de 2026.
E o Brasil?
Por enquanto, o aumento não se aplica ao Brasil. No mercado brasileiro, o último reajuste nos valores do Spotify Premium ocorreu em agosto de 2025, e não há, até o momento, confirmação oficial de novos aumentos no país.
O novo movimento reforça uma tendência global de encarecimento dos serviços de streaming, impulsionada por custos operacionais mais altos, negociações com gravadoras e pressão por maior rentabilidade.
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