No Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas, Prefeitura destaca ações da Sema voltadas à preservação ambiental e ao fortalecimento das comunidades tradicionais.
No Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas, lideranças e Assembleia Legislativa destacam a defesa de territórios, direitos e dignidade dos povos originários.
Pela primeira vez, uma indígena Tsiã Puyanawa ocupa o posto de princesa no Carnaval de Porto Velho, reforçando a valorização cultural e a inclusão social.
Lei Geral do Licenciamento Ambiental (15.190/2025) começa a valer e enfrenta três Ações Diretas de Inconstitucionalidade que questionam flexibilizações e riscos a direitos indígenas e ambientais
Edital vai apoiar povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares na Amazônia Legal, promovendo sustentabilidade e segurança alimentar.
Entre 2024 e 2025, o governo ampliou políticas indígenas com presença nos territórios, diagnóstico socioeconômico e diálogo com comunidades tradicionais.
Formação de aquaviário voltada a ribeirinhos e povos indígenas ocorre entre 9 e 25 de fevereiro e amplia oportunidades de renda com foco na navegação segura.
Em meio à pressão da religiosidade ocidental e à perda de seus valores originários, os povos indígenas seguem resistindo para preservar suas crenças, memórias, espiritualidade ancestral e identidade cultural na Amazônia.
As mobilizações ocorrem em diversas regiões para contestar a tese jurídica que restringe a demarcação de terras, enquanto o tema avança no Congresso e no STF.
O presidente Edson Fachin atendeu ao pedido de Gilmar Mendes e marcou a retomada do julgamento do marco temporal para demarcação de terras indígenas em sessão do plenário virtual, com início na segunda-feira (15) antes do recesso da Corte.
Ministro Gilmar Mendes solicita sessão virtual extraordinária para iniciar a votação dos magistrados do STF sobre o marco temporal para demarcação de terras indígenas, com previsão de início na próxima segunda-feira, antes do recesso da Corte.
Organizações indígenas, como a APIB e a Coiab, comemoraram a decisão do STF de realizar o julgamento do marco temporal de forma presencial na próxima quarta-feira (10), mas exigem participação plena e transparência.