Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, busca garantir vantagem comercial diante da oposição francesa; medida acelera redução de tarifas.
Vice-presidente Geraldo Alckmin prevê aprovação no Senado nas próximas semanas; governo prepara decreto de salvaguardas para proteger indústria nacional.
Líderes buscam acelerar negociações entre Mercosul e país árabe; encontro em Abu Dhabi também tratou de investimentos em fundo para florestas tropicais.
Presidente brasileiro destaca diversificação comercial como escudo contra o protecionismo global; parcerias abrangem minerais críticos, saúde e pequenas empresas.
Novo decreto anunciado por Geraldo Alckmin define regras para proteger a indústria e o agronegócio contra surtos de importação que prejudiquem a produção nacional.
O presidente brasileiro cumpre agenda em Nova Délhi para tratar de cooperação em inteligência artificial, comércio bilateral e segurança nas fronteiras.
Hugo Motta afirma que redução da jornada é prioridade e deve ser discutida com setor produtivo; pauta de segurança e acordo com Mercosul também avançam.
Análise do relatório sobre livre comércio será retomada no dia 24 de fevereiro; proposta prevê redução de tarifas e deve seguir para o Plenário da Câmara.
O presidente brasileiro oficializou o despacho para que parlamentares analisem o tratado que cria a maior zona de livre comércio do mundo, abrangendo 720 milhões de pessoas.
Presidente viaja na próxima semana como convidado de honra para debater infraestrutura, segurança e comércio regional com líderes da América Latina e Caribe.
O Ministério das Relações Exteriores acompanha a decisão do Parlamento Europeu de enviar o tratado ao Tribunal de Justiça, medida que pode paralisar a integração comercial.
A decisão de enviar o tratado para análise do tribunal superior do bloco pode atrasar a implementação em até dois anos e atende a pressões de produtores rurais franceses.
Líderes de ambos os blocos destacam que a nova área de livre comércio será a maior do mundo, conectando 700 milhões de pessoas e promovendo a estabilidade global.
O tratado assinado no Paraguai deve elevar de 8% para 36% o alcance das exportações brasileiras nas importações mundiais, impulsionando a indústria e o agronegócio.