O presidente da Câmara dos Deputados destacou a jornada de trabalho e a regulação de aplicativos como prioridades legislativas para o primeiro semestre de 2026.
O presidente da Casa, Hugo Motta, confirmou a nova seleção em anúncio oficial nas redes sociais, enquanto as inscrições para outros cargos terminam na próxima segunda-feira.
Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) referenda por 4 a 0 a decisão de Alexandre de Moraes que anulou votação da Câmara; presidente Hugo Motta deve empossar o suplente Adilson Barroso em 48 horas.
Presidente da Câmara dos Deputados alega cumprimento de ato da Mesa diante da ocupação do plenário, mas entidades como a Fenaj denunciam que a medida foi um grave ato de censura à imprensa.
Presidente da Câmara, Hugo Motta, notificou Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sobre risco de perda do mandato; deputado não comparece às sessões desde julho e alega perseguição política.
Associações de jornalistas e veículos de comunicação repudiam o cerceamento da imprensa no Plenário, com corte do sinal da TV Câmara e agressões, e cobram apuração de responsabilidades de Hugo Motta.
Presidente da Câmara, Hugo Motta, reabriu a sessão e classificou a ocupação da cadeira por Glauber Braga como “abuso”, garantindo, no entanto, a apuração de excessos contra a imprensa.
Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, manifestou intenção de pautar o Projeto da Dosimetria, mas o presidente da CCJ, Otto Alencar, exige que a matéria passe pela comissão.
Deputado Glauber Braga protestava contra pauta de cassação e anistia a golpistas na Câmara dos Deputados, sendo removido à força pela Polícia Legislativa.
Presidente Hugo Motta levará processos ao Plenário a partir desta quarta-feira, desconsiderando decisões do STF que determinavam a perda imediata de Zambelli e Ramagem, e encaminhará caso de Eduardo Bolsonaro à Mesa.
Deputado Lindbergh Farias acusa o presidente da Câmara, Hugo Motta, de pautar o PL 2162/23 para beneficiar Jair Bolsonaro e militares condenados na trama golpista.
PL 2162/23, que propõe redução de penas, entra em pauta na Câmara dos Deputados após o relator Paulinho da Força afastar a anistia aos envolvidos nos atos golpistas.
Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirma ter firmeza do presidente da Câmara para votar projeto que endurece regras contra devedores contumazes em Brasília, priorizando a regulamentação da reforma tributária.