A magistrada considerou a gravidade do crime e o risco à integridade da vítima para negar o pedido de liberdade de L.C.A., preso desde dezembro de 2025.
Com participação das universitárias Ana e Larissa, o programa debate o legado da professora Juliana, a cultura do “não”, a violência estrutural e a força dos dados para enfrentar a desinformação.
Crime ocorreu dentro de sala de aula em faculdade de Porto Velho e é investigado como feminicídio; suspeito relatou relação amorosa e premeditação do ataque.
Acadêmico de 25 anos foi preso após atacar professora e escrivã da Polícia Civil dentro da instituição; crime teria sido motivado por ciúmes e decisão da vítima de retomar antigo casamento.
O país contabilizou 1.518 vítimas em 2025, atingindo o maior patamar desde a criação da lei que tipificou o crime há dez anos, segundo o Ministério da Justiça.
O presidente defendeu que a responsabilidade pela segurança das mulheres deve ser assumida prioritariamente pelos homens para frear a violência de gênero.
Na abertura do Ano Judiciário, o presidente exaltou a força das instituições após as condenações da trama golpista e alertou para os riscos das fake news em 2026.
O presidente do Supremo Tribunal Federal participou da abertura do ano Legislativo e destacou que o Judiciário priorizará julgamentos de feminicídio e questões raciais em 2026.
Análise aponta disparidade financeira entre detentores de mandato e novos candidatos; bastidores políticos em Rondônia fervem com indefinições sobre partidos e apoios majoritários.