A Corte de Apelação de Roma adiou o julgamento da extradição de Carla Zambelli para fevereiro, alegando necessidade de analisar as condições da Penitenciária Feminina do Distrito Federal.
Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) referenda por 4 a 0 a decisão de Alexandre de Moraes que anulou votação da Câmara; presidente Hugo Motta deve empossar o suplente Adilson Barroso em 48 horas.
Primeira Turma do STF forma maioria para referendar decisão de Alexandre de Moraes que anula votação da Câmara e determina a perda imediata do mandato de Carla Zambelli, condenada duas vezes à prisão.
O ministro Alexandre de Moraes do STF votou nesta sexta-feira (12) por manter a anulação da votação na Câmara dos Deputados e determinar a perda imediata do mandato de Zambelli, alegando que a decisão judicial de condenação à prisão é automática.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, anula decisão da Câmara que manteve o mandato de Zambelli, determinando a posse imediata do suplente Adilson Barroso no prazo de 48 horas.
Rejeição de cassação de Carla Zambelli (PL-SP) pela Câmara necessitava de 257 votos; resultado de 227 a favor do fim do mandato arquivará a representação da Mesa Diretora.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados rejeitou o relatório que era contrário à cassação de Carla Zambelli por 32 a 27 votos, e um novo relator deve agora recomendar a perda do mandato da deputada, já condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Presidente Hugo Motta levará processos ao Plenário a partir desta quarta-feira, desconsiderando decisões do STF que determinavam a perda imediata de Zambelli e Ramagem, e encaminhará caso de Eduardo Bolsonaro à Mesa.
Esclarecimentos sobre o sistema carcerário feminino e a prisão para onde será levada a deputada Carla Zambelli foram solicitados ao STF; julgamento de extradição será retomado em 18 de dezembro.
O deputado Diego Garcia (Republicanos-PR) apresentou parecer contrário à cassação de Carla Zambelli, condenada a 10 anos de prisão pelo STF por invasão do sistema do CNJ.
O Supremo Tribunal Federal (STF) declarou o trânsito em julgado da condenação da deputada Carla Zambelli. A deputada, que está presa na Itália, foi condenada por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal.
O Ministério Público italiano emitiu parecer que apoia o pedido de extradição da deputada federal brasileira, que foi presa em Roma após condenação pelo STF por invasão ao sistema do CNJ.
Walter Delgatti Netto, o hacker que invadiu sistemas do CNJ, reafirmou à CCJ que a deputada Carla Zambelli o instruiu a cometer o crime, visando desacreditar o Judiciário. A audiência, em Brasília, visa analisar o processo de cassação da parlamentar.
Justiça italiana decide manter a prisão de Carla Zambelli, deputada federal investigada, por considerar que há risco de fuga e que os motivos de saúde não justificam a libertação.
A deputada federal participou de nova audiência nesta quarta-feira, mas a Justiça italiana ainda não decidiu sobre seu pedido de liberdade e extradição.
O Supremo Tribunal Federal (STF) sentenciou a deputada federal Carla Zambelli a cinco anos e três meses de prisão por perseguição armada a um jornalista em 2022.
O Supremo Tribunal Federal (STF) tem maioria de votos para condenar a deputada federal Carla Zambelli pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal.
Deputada teve pedido de prisão domiciliar negado em Roma enquanto aguarda extradição para o Brasil, onde foi condenada pelo STF e é ré em outros processos.