O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) enviou um relatório parcial sobre a Operação Contenção, destacando que um dos 121 corpos estava decapitado e outro apresentava marcas de tiro à curta distância.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu um prazo adicional de cinco dias para que o governo do Rio de Janeiro encaminhe informações sobre a Operação Contenção.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que o Governo do Rio de Janeiro envie à Corte todos os laudos, fotos e a lista de policiais com câmeras corporais da megaoperação de 28 de outubro, além de questionar contradições em números de mandados apresentados.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), convocou o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e chefes do Ministério Público (MP) estaduais e do DF para debater os limites das operações policiais em comunidades pobres, em um encontro que ocorre em Brasília.
O ministro do STF, Alexandre de Moraes, declarou que a Polícia Federal abrirá investigação para apurar a lavagem de dinheiro e a infiltração de criminosos no poder público do Rio de Janeiro.
Alexandre de Moraes recebeu entidades no STF para discutir a megaoperação no Rio de Janeiro e se comprometeu a envolver a Polícia Federal na avaliação do trabalho da polícia técnico-científica.
O Ministério Público Federal requisitou dados à União e ao governo do Rio de Janeiro para fiscalizar o uso do Fundo Nacional de Segurança Pública na megaoperação no Complexo do Alemão e Penha.
O governador Cláudio Castro reuniu-se com o ministro Alexandre de Moraes no CICC para apresentar dados da Operação Contenção Rio, a incursão policial mais letal da história do estado, e discutir o plano de retomada de territórios do crime organizado.
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, enviou uma manifestação ao Supremo Tribunal Federal em defesa da Operação Contenção. Ele alegou que a intervenção policial foi um “exercício legítimo” diante de organizações criminosas e barricadas.
O ministro Alexandre de Moraes cumpre agenda no Rio de Janeiro e discute com autoridades a Operação Contenção, que resultou em 121 mortes. O magistrado assumiu temporariamente a relatoria da ADPF das Favelas.
O ministro do STF, Alexandre de Moraes, atendeu a pedido da DPU e ordenou a preservação rigorosa de todos os elementos da Operação Contenção, que deixou 121 mortos. O ministro marcou reunião com o governador e audiência com entidades de direitos humanos.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, classificou a Operação Contenção como uma “tragédia ocorrida no Rio de Janeiro” e afirmou que a Corte acompanha o caso com “plena solidariedade” às vítimas.
O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu diversas medidas na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, conhecida como ADPF das Favelas, para reduzir a letalidade policial no Rio de Janeiro. A discussão retornou após a Operação Contenção, que resultou em mais de 120 mortes.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que Cláudio Castro preste 18 esclarecimentos sobre a Operação Contenção; audiência foi marcada para 3 de novembro, no Rio, para discutir a letalidade policial.
O ministro do STF foi escolhido para tomar medidas urgentes no processo que determina a redução da letalidade policial no Rio de Janeiro, em razão da aposentadoria do antigo relator.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, assumiu o comando da ADPF das Favelas e deu 24 horas para a Procuradoria-Geral da República responder ao pedido de informações sobre a Operação Contenção.
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