A decisão do STF que decretou a prisão causou reações opostas no Congresso Nacional. A base do governo celebra a medida como defesa da ordem, enquanto a oposição a classifica como “aberração” e “perseguição”.
O ministro do STF considerou o pedido prejudicado após ter decretado a prisão preventiva do ex-presidente neste sábado. A defesa alegava que as doenças permanentes de Bolsonaro exigem “acompanhamento médico intenso”.
A defesa do ex-presidente diz que a decisão de prisão “causa profunda perplexidade”. O advogado Celso Vilardi alega que a medida pode colocar em risco a vida de Bolsonaro devido ao seu estado de saúde delicado.
O ex-presidente foi detido preventivamente neste sábado (22) por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A decisão cautelar é motivada pelo risco à ordem pública, com a Justiça citando manifestações de apoiadores para evitar a prisão por tentativa de golpe.
Ex-presidente está detido por risco de fuga após violar monitoramento eletrônico. Ele já estava inelegível até 2030 e ainda responde a diversas investigações no Supremo Tribunal Federal.
A prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro foi decretada por risco de fuga e violação da tornozeleira eletrônica. Ele ainda não cumpre a pena definitiva de 27 anos determinada pelo STF.
Os advogados do ex-presidente contestam o risco de fuga apontado pelo STF, argumentando que ele estava em casa sob monitoramento com tornozeleira eletrônica. A prisão é de natureza preventiva, sem prazo determinado para o fim.
Os advogados do ex-presidente afirmam que ele possui saúde debilitada e faz uso de medicamentos com ação no sistema nervoso central. O STF foi informado de tentativa de romper a tornozeleira eletrônica.
Decisão do STF cita violação de tornozeleira eletrônica e “eventual tentativa de fuga” do ex-presidente. A convocação de vigília nas proximidades da residência também foi um dos fatores para a prisão preventiva.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou a prisão do deputado federal Alexandre Ramagem após a confirmação de que ele deixou o país, violando uma proibição judicial, enquanto recorre de sua condenação na trama golpista.
Advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitam ao ministro Alexandre de Moraes prisão domiciliar alegando doenças permanentes e necessidade de acompanhamento médico intenso.
Deputados federais do PSOL-RJ protocolaram o pedido no STF alegando que o parlamentar, condenado por trama golpista, fugiu do país e desrespeitou a proibição de deixar o território nacional.
O deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), condenado por trama golpista, foi filmado em Miami e não comunicou sua saída do país à Presidência da Casa.