Os casos graves de síndromes respiratórias apresentaram queda expressiva em Porto Velho neste início de ano. Entre 1º de janeiro e 10 de fevereiro de 2026, foram registrados 65 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), número que representa uma redução superior a 50% em comparação ao mesmo período de 2025, quando houve 135 notificações.
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), mantém monitoramento constante das síndromes respiratórias no município. A medida busca assegurar transparência nos dados e tranquilizar a população diante do surto gripal registrado no estado vizinho, o Acre.
O prefeito Léo Moraes destacou que o resultado reflete o trabalho das equipes de saúde e a preparação das unidades para atender a população. Segundo ele, a rede municipal está estruturada para oferecer assistência adequada aos pacientes.
A secretária-adjunta da Semusa, Mariana Prado, explicou que o município conta com unidades sentinelas responsáveis pelo rastreamento contínuo dos vírus em circulação. De acordo com ela, apesar da proximidade geográfica e do fluxo de pessoas com o Acre, os vírus identificados em Porto Velho são sazonais, típicos deste período do ano, sem indícios de agravamento fora do padrão esperado.
Orientações à população
O secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, orienta que as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) sejam procuradas apenas em casos de sintomas agravados. Para quadros leves, a recomendação é repouso domiciliar e adoção de medidas preventivas, evitando sobrecarga no atendimento de urgência.
A orientação é buscar atendimento imediato em casos de dificuldade para respirar, febre alta persistente, cansaço extremo ou sinais como unhas e lábios arroxeados.
A Semusa reforça ainda a importância da vacinação contra Influenza e Covid-19, da higienização frequente das mãos, do uso de máscara por pessoas com sintomas gripais e da chamada etiqueta respiratória, cobrindo nariz e boca ao tossir ou espirrar.








































