O cenário eleitoral de 2026 já está desenhado para uma grande dança das cadeiras nos palácios estaduais. Em Rondônia, o governador Marcos Rocha (União Brasil) faz parte do grupo de 18 gestores que estão impedidos pela legislação eleitoral de buscar um terceiro mandato consecutivo. Eleito em 2018 e reeleito em 2022, Rocha agora avalia seu futuro político, que pode passar por uma candidatura ao Senado Federal.
Para que esses governadores possam aparecer nas urnas em outubro disputando outros cargos, a lei exige a desincompatibilização. Isso significa que nomes como Marcos Rocha, Romeu Zema e Helder Barbalho precisam renunciar aos seus mandatos até o dia 4 de abril de 2026, entregando o comando dos estados aos seus respectivos vices.
A lista dos governadores que encerram seus ciclos no Executivo estadual inclui lideranças de peso nacional. Enquanto alguns miram o Palácio do Planalto, outros buscam garantir imunidade e influência no Congresso Nacional.
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Rondônia: Marcos Rocha (União) – Cogitado para o Senado.
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Minas Gerais: Romeu Zema (Novo) – Pré-candidato à Presidência.
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Goiás: Ronaldo Caiado (União) – Pré-candidato à Presidência.
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Pará: Helder Barbalho (MDB) – Forte nome para o Senado.
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Rio de Janeiro: Cláudio Castro (PL) – Deve disputar o Senado.
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Rio Grande do Sul: Eduardo Leite (PSD) – Foco na disputa presidencial.
A proibição do terceiro mandato sucessivo visa garantir a alternância de poder e evitar o uso da máquina pública em benefício próprio por longos períodos. Se o governador decidir não concorrer a nada e terminar o mandato em 31 de dezembro, ele permanece no cargo, mas fica fora das eleições de 2026.
| Governador | Estado | Partido | Possível Destino em 2026 |
| Marcos Rocha | Rondônia | União | Senado / Câmara Federal |
| Ratinho Júnior | Paraná | PSD | Presidência / Senado |
| Ibaneis Rocha | Distrito Federal | MDB | Senado |
| Mauro Mendes | Mato Grosso | União | Senado |
| Fátima Bezerra | Rio Grande do Norte | PT | Senado |









































