Justiça condena dois réus por assassinato de perito da Politec em Porto Velho

Acusados receberam penas de 29 e 33 anos de prisão após julgamento no Tribunal do Júri. Crime ocorreu em 2022 e teve atuação do Ministério Público de Rondônia.

Fonte: Victor Marques

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Justiça condena dois réus por assassinato de perito da Politec em Porto Velho
Foto edifício-sede do MPRO

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  • O Tribunal do Júri de Porto Velho condenou dois homens pelo assassinato do perito da Politec Sebastião Tenani, morto em 2022 na zona rural da capital.
  • Os réus receberam penas de 29 e 33 anos de prisão em regime inicialmente fechado, por homicídio qualificado, ocultação de cadáver, furto do veículo da vítima e porte ilegal de arma de fogo.
  • Segundo o MPRO, o crime foi cometido a mando do gerente da fazenda após Tenani descobrir um esquema de furto de gado, e o julgamento, conduzido pelo promotor Marcus Alexandre, durou mais de 15 horas.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

Dois homens foram condenados pelo Tribunal do Júri de Porto Velho pelo assassinato do perito da Polícia Técnico-Científica (Politec) Sebastião Tenani. O julgamento, que durou mais de 15 horas, acolheu a denúncia do Ministério Público de Rondônia e resultou em penas de 29 e 33 anos de prisão em regime inicialmente fechado.

Tribunal do Júri condena acusados pela morte de perito da Politec

A atuação do Ministério Público de Rondônia (MPRO) resultou na condenação de dois réus pelo assassinato do perito da Polícia Técnico-Científica (Politec), Sebastião Tenani, morto em 2022 na zona rural de Porto Velho.

O julgamento foi realizado na última sexta-feira, no Tribunal do Júri da Capital, e se estendeu por mais de 15 horas. Ao final da sessão, os jurados acolheram a tese apresentada pelo Ministério Público e condenaram os acusados a 29 e 33 anos de prisão, em regime inicialmente fechado.

Crime ocorreu quando a vítima chegava à propriedade rural

Segundo a denúncia do MPRO, Sebastião Tenani foi morto quando chegava à propriedade rural que mantinha em Porto Velho.

As investigações apontaram que o homicídio teria sido cometido a mando do gerente da fazenda onde ocorreram os fatos.

Conforme apurado, o servidor público havia descoberto um esquema de furto de gado praticado pelo funcionário. Temendo ser responsabilizado criminalmente, o gerente teria contratado os dois executores para matar a vítima.

Jurados reconheceram homicídio qualificado e outros crimes

Além do homicídio qualificado, o Conselho de Sentença reconheceu a responsabilidade dos réus por outros delitos relacionados ao caso.

As condenações envolveram os crimes de:

  • homicídio qualificado pela promessa de recompensa (paga);
  • homicídio qualificado pelo recurso que dificultou a defesa da vítima;
  • ocultação de cadáver;
  • furto do veículo da vítima;
  • porte ilegal de arma de fogo.

As penas deverão ser cumpridas inicialmente em regime fechado.

Sessão foi marcada pela presença de familiares e colegas

O julgamento contou com a participação do promotor de Justiça Marcus Alexandre, responsável pela atuação do Ministério Público no Tribunal do Júri.

Segundo o membro do MPRO, a sessão foi marcada pela emoção dos familiares e amigos de Sebastião Tenani.

Colegas da Polícia Técnico-Científica compareceram em grande número ao plenário para acompanhar o julgamento.

Atuação do MP reforça combate aos crimes contra a vida

O Ministério Público destacou que a condenação representa uma resposta do sistema de Justiça diante de um crime de grande repercussão e reafirma o compromisso institucional com a responsabilização dos autores de homicídios.

O caso foi investigado pelas autoridades competentes e submetido ao Tribunal do Júri, órgão constitucional responsável pelo julgamento dos crimes dolosos contra a vida.

FAQ

Quem era a vítima?

Sebastião Tenani era perito da Polícia Técnico-Científica (Politec) de Rondônia.

Quando ocorreu o crime?

O homicídio aconteceu em 2022, na zona rural de Porto Velho.

Qual foi a decisão do Tribunal do Júri?

Os dois acusados foram condenados a penas de 29 e 33 anos de prisão, em regime inicialmente fechado.

Quais crimes foram reconhecidos pelos jurados?

Homicídio qualificado, ocultação de cadáver, furto do veículo da vítima e porte ilegal de arma de fogo.

Quem atuou na acusação?

A acusação foi conduzida pelo Ministério Público de Rondônia, com atuação do promotor de Justiça Marcus Alexandre.

A condenação dos dois réus encerra uma importante etapa do processo criminal relacionado ao assassinato do perito Sebastião Tenani. A decisão do Tribunal do Júri reconheceu a gravidade dos fatos apresentados durante a instrução e reafirmou o papel do Ministério Público e do Poder Judiciário na responsabilização dos autores de crimes contra a vida.

Com informações de Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

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