O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) apresentou, nesta quinta-feira, 15, a campanha nacional de proteção a crianças e adolescentes para o Carnaval de 2026. O objetivo é mobilizar a população e o setor de serviços para garantir que as festividades ocorram em um ambiente seguro e livre de violações.
A campanha reforça que a proteção de meninos e meninas é uma responsabilidade coletiva, envolvendo famílias, foliões, comerciantes e gestores públicos. O foco principal está na prevenção de situações de vulnerabilidade que aumentam com as aglomerações, como o abuso sexual e o trabalho infantil.
O canal oficial para o recebimento de denúncias de qualquer irregularidade é o Disque 100, que funciona de forma gratuita e ininterrupta. A Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente destacou que a presença institucional será reforçada nos principais polos de folia do país para agilizar o atendimento a casos suspeitos.
Além da fiscalização, a estratégia do governo inclui ações de comunicação pública e o uso de tecnologias para facilitar o monitoramento em grandes eventos. A iniciativa defende que o direito ao lazer e à cultura deve ser exercido sem comprometer a integridade física e psicológica do público infantojuvenil.
Segundo o ministério, o engajamento de trabalhadores informais e organizadores de blocos é fundamental para identificar e reportar abusos. O Estado brasileiro reafirma, com essa mobilização, o compromisso de manter o Carnaval como uma expressão cultural segura para todas as idades.





































