O desmedido mundo real continua inseguro e desvairado diante da violência extrema que controla a vida através do ódio oriundo do próprio ser. Nesse despótico e abusivo despautério, o controle da repressão pela terra continua em ascensão, visto que está autorizada a desterrar, humilhar e matar da forma mais cruel possível.
Apenas um carimbo recheado de cortes malfadados, ou simplesmente, uma assinatura eletrônica do rito, é o suficiente para consagrar o fracasso da empatia, e selar sem dignidade o malogro da paz.
Onde não há marcha ética, ela é futilmente substituída pela marcha malévola do poder de belicosidade. Esse poder bélico genocida transforma-se numa espécie de campanha eleitoral, onde o repugnante ato de matar, nada mais é do que uma corrida sanguinária e antidemocrática em busca do sufrágio universal.
O poder bélico da ordem pública ao confrontar-se com o poder bélico faccioso, precisa demonstrar capacidade, preparo, defesa e a arte pura da eficiência do Estado democrático de direito.
É necessário existir coerência e precisão para se evitar o risco de rabiscar a página facciosa funesta da transparência entre a mácula e os sem-mácula. Muito cuidado para não superlotar os cemitérios, achando que se sairá vitorioso na cabine indevassável da democracia brasileira.










































