Os direitos humanos internacionais, as soberanias nacionais, a geopolítica da diplomacia e as democracias mundiais, estão simultaneamente tendo as suas relações dilaceradas, as liberdades estão sendo depreciadas e silenciadas, enquanto a vida é posta em último plano, em detrimento às nações hegemônicas que insistem em arrancar as riquezas das nações em desenvolvimento, restando às mesmas, apenas o império criminoso das cinzas.
Cinzas que apatridamente se camuflam nas lacunas criminosas deixadas à revelia do bem comum, são características nefastas que se estendem despoticamente numa ignominiosa polarização que antagonicamente deixa o mundo dividido entre privilégios garantidos por lei, e a crescente injustiça social, desequilibrando a crucial balança da humanidade.
As nações pobres padecem nos territórios da miséria sob as regalias escudeiras do poder hegemônico, e sob as debilidades estrutural-estatais que azedam e envergam de forma hostil e egoísta, as vulneráveis democracias nacionais e suas soberanias em fase de derrocada e execração humana doentia.
Nessa inconfundível marlversação dos cofres públicos, recentemente uma república bolivariana-chavista da América Latina passou a ser uma fronteira escoadoura econômica sob uma recente e inoculada versão doutrinária geopolítica histórica, buscando, inclusive, superar a doutrina Monroe da forma mais aviltante possível.
Nasce, então um novo sistema hidrocarboneto, um novo caminho, uma nova rota, e um complexo conjunto de uma infraestrutura abastecida e administrada mundialmente por uma tenebrosa e macabra diplomaquiagem internacional natimorta.










































