QUINTA-FEIRA, 12/03/2026

Em destaque

Com a aprovação, como a vacina da Pfizer pode chegar aos brasileiros?

Na manhã desta terça-feira (23/2), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a vacina Cominarty, desenvolvida pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech.

Publicado em 

Esse é o primeiro imunizante contra a covid-19 a ganhar liberação definitiva no país — os outros dois produtos já aplicados no Brasil (a CoronaVac, da Sinovac e do Instituto Butantan, e a CoviShield, de AstraZeneca, Universidade de Oxford e Fundação Oswaldo Cruz) ganharam aval em caráter emergencial.

A aprovação definitiva abre um leque de possibilidades que precisarão ser discutidas por políticos, gestores da saúde pública, cientistas e sociedade durante os próximos dias.

"O registro da vacina da Pfizer e da BioNTech na Anvisa é mais amplo, pois envolve uma quantidade de dados maior. Essa amplitude também implica na possibilidade de mais setores poderem comprar esse imunizante", analisa a neurocientista Mellanie Fontes-Dutra, coordenadora da Rede Análise Covid-19.

Em outras palavras, isso significa que as doses poderão ser adquiridas não apenas pelo Ministério da Saúde, mas também por Estados, municípios e até pela iniciativa privada.

Isso, por sua vez, traz uma série de implicações para o enfrentamento da pandemia no Brasil.

Alterações recentes

Até o segundo semestre de 2020, a única possibilidade para medicamentos, insumos, vacinas e equipamentos médicos serem comercializados no Brasil era com um registro definitivo aprovado pela Anvisa.

A lei número 6.360, que estabelece os detalhes desse processo, entrou em vigor a partir do dia 23 de setembro de 1976.

À época, o órgão responsável por avaliar cada pedido de liberação era o Ministério da Saúde. A partir de 1999, essa responsabilidade passou a ser da recém-criada agência sanitária brasileira, a Anvisa.

Porém, a pandemia de covid-19 exigiu algumas mudanças na regulamentação para acelerar a aprovação das vacinas.

Isso porque todo o trabalho de entrega dos dados, análise da documentação e uma resposta definitiva dos técnicos da Anvisa costuma levar alguns meses para ser finalizado.

E, com centenas de milhares de mortes provocadas pelo coronavírus, não é viável esperar tanto tempo assim para iniciar um programa nacional de imunização.

"No final de 2020, foram criados dois novos dispositivos. O primeiro deles é o fluxo contínuo, em que os responsáveis por uma vacina podem enviar a documentação aos poucos, conforme esses papéis fiquem prontos", diz o médico e advogado sanitarista Daniel A. Dourado, do Centro de Pesquisa em Direito Sanitário da Universidade de São Paulo.

Até então, as farmacêuticas tinham que compilar a papelada toda e enviar o dossiê completo de uma só vez, que a partir daí começava a ser analisado pela Anvisa.

Falamos aqui de milhares e milhares de páginas, que levam muito tempo para serem lidas e estudadas.

Com a alteração recente, as informações são remetidas em levas, e os técnicos da vigilância sanitária já podem começar seu trabalho aos poucos.

"O segundo ponto modificado foi a autorização emergencial das vacinas, que segue os moldes do que é feito em outros países", completa Dourado, que também é pesquisador do Institut Droit et Santé da Universidade de Paris, na França.

Como o próprio nome já diz, essa aprovação dos imunizantes é mais rápida e se baseia numa análise parcial dos dados.

Ela segue critérios bem estabelecidos (como uma taxa de eficácia mínima de 50%) e permite acelerar processos sem pular etapas importantes da pesquisa clínica de um novo produto.

"É importante mencionar que a autorização emergencial só permite que as vacinas sejam aplicadas na rede pública", completa o especialista.

Foi justamente esse o rito pelo qual passaram CoronaVac e CoviShield, cujas doses já são aplicadas nos postos de saúde do país nos públicos-alvo das primeiras fases da campanha.

O que fez a Pfizer?

Como a vacina Cominarty já possui dados muito robustos e é aplicada em dezenas de países mundo afora, as farmacêuticas Pfizer e BioNTech optaram por pedir o registro definitivo do produto no país.

A requisição foi feita no dia 6 de fevereiro de 2021 e aceita nesta terça-feira (23/02) — a rapidez na resposta se deve, inclusive, àquela facilidade de envio contínuo da documentação criada no final de 2020.

A principal diferença entre a aprovação definitiva e a liberação emergencial está em quem poderá adquirir as doses.

Com o sinal verde da Anvisa, a Cominarty poderá ser comprada não só pelo governo federal, mas também autoridades estaduais, municipais ou entes privados. E isso, de acordo com os especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, pode abrir brechas para a criação de "grupos paralelos" de vacinação contra a covid-19 e aumentar a desigualdade social no enfrentamento da pandemia.

"Eu entendo que todo mundo quer se proteger contra o coronavírus, mas nós temos regras do Plano Nacional de Imunização que precisam ser seguidas. Os grupos prioritários para a vacinação obedecem critérios, como maior risco de agravamento ou óbito por covid-19", aponta Fontes-Dutra.

Portanto, se pessoas com condição de pagar pela vacina "furarem a fila", o problema de saúde pública não se altera: indivíduos mais vulneráveis continuam pegando a doença e necessitando de internação em UTI.

"O argumento de 'quanto mais imunizados, melhor' pode ser enganoso. Se eu vacinar só jovens, o impacto que tenho na rede hospitalar, que está em seu limite, é baixo. A ordem da população que recebe as doses importa", complementa Dourado.

De quem é a responsabilidade?

No momento, são discutidos vários dispositivos legais e projetos de leis para evitar a formação das "listas VIP" de vacinação no Brasil.

Após uma série de reuniões com executivos da Pfizer e da Janssen e com o ministro da Saúde, o general Eduardo Pazuello, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), anunciou ontem (22/02) um projeto de lei que facilitaria a compra de doses por Estados e municípios e até pela iniciativa privada.

A ideia é que essas entidades assumam alguns riscos contratuais que têm encontrado resistência por parte do governo federal.

Desde o final do ano passado, Pazuello e o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fizeram críticas às condições estabelecidas pela Pfizer nas negociações de compra.

Isso porque o contrato indica uma isenção de responsabilidade da farmacêutica e prevê que o governo assuma o ônus caso o imunizante provoque algum efeito colateral inesperado. A empresa, por sua vez, afirma que as mesmas cláusulas foram aceitas por governos do mundo inteiro na compra dos imunizantes.

Em dezembro, Bolsonaro levantou uma série de dúvidas infundadas sobre a segurança do imunizante e as negociações para compra de doses. "Lá no contrato da Pfizer, está bem claro: 'nós [a Pfizer] não nos responsabilizamos por qualquer efeito colateral'. Se você virar um jacaré, é problema seu", discursou o presidente.

Como resolver essa briga?

De acordo com informações divulgadas pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que participou das reuniões com as farmacêuticas em Brasília na última segunda-feira e vai ser o relator do projeto de lei mencionado por Pacheco, só três países não concordaram com o contrato proposto por Pfizer e BioNTech: Brasil, Argentina e Venezuela.

Para Dourado, o temor do Governo Federal com a tal cláusula polêmica não faz sentido em meio a uma pandemia que está matando mais de mil pessoas no país todos os dias.

"O risco de ficarmos mais tempo sem vacinas é muito maior. Mesmo que apareça um efeito colateral e o Estado Brasileiro tenha que pagar alguma indenização futuramente, o valor seria bem menor do que o preço que pagamos atualmente com os números exorbitantes de casos e mortes", interpreta.

O deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP), que foi ministro da Saúde durante 2011 e 2014 no governo de Dilma Rousseff, fez críticas à liberação da compra de doses por Estados, municípios e iniciativa privada.

De acordo com o parlamentar, a ideia criaria o "camarote da vacina".

Padilha afirma que apresentou uma proposta de emenda em que todos os imunizantes comprados por empresas sejam doados para o Sistema Único de Saúde (SUS) e que as clínicas privadas só poderão oferecer doses quando as metas da rede pública forem cumpridas.

A compra de doses também foi discutida no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (23/2).

Os ministros decidiram que Estados e municípios poderão negociar e comprar vacinas caso o governo federal não cumpra o que está estipulado no Plano Nacional de Imunizações ou as doses previstas não sejam suficientes para resguardar a população do local.

O que há de concreto

Em meio a tanta especulação e impasse, não se sabe ainda qual será a postura adotada pela Pfizer a partir de agora — afinal, com o registro definitivo, ela tem o poder de decidir se negociará ou não com outros níveis da administração pública ou com a iniciativa privada a partir de agora.

De acordo com as informações divulgadas até o momento, a farmacêutica diz que insistirá nas negociações com o governo federal.

Uma reportagem da CNN Brasil publicada na última segunda-feira (22/1) afirma que o laboratório ofereceu para o Ministério da Saúde um total de 100 milhões de doses da Cominarty, que seriam entregues até o fim de 2021.

Um lote de 9 milhões seria disponibilizado ainda no primeiro semestre. Outras 35 milhões chegariam ao Brasil até setembro e as 65 milhões restantes estariam no país em dezembro.

A Pfizer, no entanto, não confirma essa informação.

A BBC News Brasil procurou o Ministério da Saúde, mas não obteve resposta até o fechamento desta reportagem.

Uma novela que dura meses

O imbróglio envolvendo Pfizer/BioNTech e o Ministério da Saúde se arrasta há meses e começou durante o segundo semestre de 2020.

De acordo com uma série de notas e documentos, executivos da farmacêutica tentaram por diversas vezes entrar em contato com o governo federal para vender lotes de sua vacina, que naquele momento estava na fase final de testes antes de ser aprovada.

A empresa tinha capacidade de fornecer cerca de 70 milhões de doses ao Brasil, mas não recebeu nenhuma resposta a tempo de garantir os primeiros lotes ao país.

Entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021, a discussão voltou a esquentar após Pazuello fazer uma série de declarações dizendo que as ofertas do laboratório eram "pífias" e poderiam até frustrar os brasileiros.

O tema ganhou novo fôlego quando o presidente Jair Bolsonaro fez declarações questionando a segurança do imunizante e criticando as cláusulas contratuais, como explicado anteriormente.

O que diz a ciência

Na contramão do discurso do presidente, as últimas evidências só reforçam a eficácia e a segurança da Cominarty.

Aplicada desde dezembro em dezenas de países, até o momento a vacina não provocou nenhum evento adverso grave, que justificasse a interrupção das campanhas.

Em Israel, país que já protegeu 87% de sua população, o número de internações por covid-19 caiu drasticamente nas últimas semanas.

Outra notícia positiva divulgada recentemente foi a de que as doses não precisam ser armazenadas a -70 °C como se imaginava.

O imunizante fica estável numa temperatura de -25 a -15 °C por até duas semanas, o que facilita bastante a sua distribuição.

Por fim, dados publicados na última sexta-feira (19/02) no periódico científico The Lancet revelam que a vacina de Pfizer e BioNTech tem uma eficácia de 85% de duas a quatro semanas após a aplicação da primeira dose.

Já com a segunda dose, esquema adotado mundialmente, a taxa de eficácia pula para 95%.

"Diante da atual situação alarmante da pandemia no Brasil e da ameaça das novas variantes, nós precisamos ser rápidos e vacinar o mais depressa o maior número de pessoas possível", adverte Fontes-Dutra.

Repercussões da liberação

Durante o anúncio da aprovação definitiva da Cominarty, o diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres comemorou "o primeiro registro de vacina contra a covid-19, para uso amplo, nas Américas".

"O imunizante do Laboratório Pfizer/BioNTech teve sua segurança, qualidade e eficácia aferidas e atestadas pela equipe técnica de servidores da Anvisa, que prossegue no seu trabalho de proteger a saúde do cidadão brasileiro. Esperamos que outras vacinas estejam em breve sendo avaliadas e aprovadas. Esse é o nosso compromisso", disse Torres.

A Pfizer também soltou um comunicado à imprensa. Marta Díez, presidente da farmacêutica no Brasil, comemorou a rapidez da decisão. "Ficamos muito felizes com a notícia da aprovação e gostaríamos de parabenizar a agência pela celeridade e profissionalismo que demonstrou em todas as etapas desse processo".

A executiva ressaltou que as tratativas com o Ministério da Saúde continuam: "Esperamos poder avançar em nossas negociações com o governo brasileiro para apoiar a imunização da população do país", complementou.

Por meio de nota, a Associação Brasileira de Clínicas de Vacina (ABCVAC) ressaltou que todo novo imunizante registrado no Brasil aumenta as possibilidades de proteção da população brasileira e que a prioridade para aquisição de doses de vacinas contra a covid-19 deve ser do governo federal.

"As clínicas associadas à ABCVAC aguardam a disponibilidade de doses para aquisição pelo setor privado de vacinação humana, para poderem atuar, como sempre fizeram, de forma complementar ao Programa Nacional de Imunização", finaliza o texto.

Publicidade
NEWSTV
Publicidade
Publicidade
Publicidade
NEWSTV

NEWS QUE VOCÊ VAI QUERER LER

Cármen Lúcia critica exclusão de mulheres em espaços de decisão

Cármen Lúcia critica exclusão de mulheres em espaços de decisão

Presidente do TSE aproveita celebração do Dia Internacional das Mulheres Juízas para denunciar obstáculos informais que impedem a ascensão feminina.
L
Mudanças climáticas ameaçam biodiversidade e segurança alimentar no alto-mar

Mudanças climáticas ameaçam biodiversidade e segurança alimentar no alto-mar

Pesquisadores reunidos no Rio de Janeiro alertam para urgência na implementação do Tratado do Alto-Mar diante do aquecimento global e do deslocamento de espécies.
L
Voçorocas avançam e ameaçam área urbana de Buriticupu no Maranhão

Voçorocas avançam e ameaçam área urbana de Buriticupu no Maranhão

Falta de sistemas de drenagem e desmatamento ilegal aceleram erosões gigantescas que já engolem casas e forçam prefeitura a manter estado de calamidade.
L
Ataques a Maria da Penha tentam enfraquecer conquistas, diz instituto

Ataques a Maria da Penha tentam enfraquecer conquistas, diz instituto

Campanha organizada de ódio e desinformação contra a ativista buscava descredibilizar a lei que é marco no combate à violência doméstica no Brasil.
L

Cesta básica chega a R$ 601 em Porto Velho e consome 40% do salário mínimo do trabalhador

Alta do feijão e da carne eleva custo dos alimentos na capital rondoniense, exigindo mais de 80 horas de trabalho do salário mínimo.
L
Publicidade

DESTAQUES NEWS

Governo de Rondônia reduz imposto sobre venda de bovinos para outros estados

Medida do governo reduz em 66,67% o ICMS nas vendas interestaduais de bovinos para abate, fixando carga final de 4% e permitindo comercialização para cinco estados até o limite de 500 mil cabeças ou até junho de 2026.
L

Produtores de cacau e mandioca de Rondônia recebem bônus do PGPAF

PGPAF garante desconto a agricultores familiares de Rondônia, com bônus para cacau e mandioca, ajudando produtores a reduzir parcelas do Pronaf.
L
Wagner Moura é confirmado como apresentador do Oscar 2026

Wagner Moura é confirmado como apresentador do Oscar 2026

Ator baiano, que concorre à estatueta de Melhor Ator, dividirá o palco com estrelas como Pedro Pascal e Nicole Kidman na cerimônia deste domingo.
L
Câmara aprova obrigatoriedade de tornozeleira para agressores e reforça proteção às mulheres

Câmara aprova obrigatoriedade de tornozeleira para agressores e reforça proteção às mulheres

Proposta permite que delegados determinem monitoramento em cidades sem juiz e cria alerta simultâneo para vítimas e polícia.
L

Em Cima da Hora : Wagner Sodré e Jeffeson Muniz falam sobre eleição do SINPOL

A entrevista promete trazer informações importantes para os filiados e para todos que acompanham o debate sobre a organização e a representatividade da categoria no estado.
L
Publicidade

EMPREGOS E CONCURSOS

Assessor em Economia tem resultado definido em processo seletivo da ARDPV

Assessor em Economia tem resultado definido em processo seletivo da ARDPV

Seleção da Agência Reguladora de Porto Velho visa o fortalecimento técnico para a regulação e o desenvolvimento dos serviços municipais.
L
CNU: Candidatos têm até as 23h59 de hoje para confirmar interesse em vagas imediatas

CNU: Candidatos têm até as 23h59 de hoje para confirmar interesse em vagas imediatas

Aproximadamente 102 convocados devem realizar o procedimento no site da FGV para seguir no certame; ausência de manifestação resulta em eliminação.
L
Brasil registra menor taxa de desemprego da história em janeiro

Brasil registra menor taxa de desemprego da história em janeiro

Índice de desocupação recua para 5,4% e atinge nível recorde desde o início da série histórica em 2012; rendimento médio do trabalhador também alcança patamar inédito.
L
Governo prorroga validade do CNU; aprovados podem ser convocados até 2027

Governo prorroga validade do CNU; aprovados podem ser convocados até 2027

Decisão publicada no Diário Oficial estende o prazo do “Enem dos Concursos” por mais 12 meses, garantindo fôlego para novas nomeações.
L
Concurso UNIR: inscrições para 47 vagas encerram hoje

Concurso UNIR: inscrições para 47 vagas encerram hoje

Concurso UNIR oferece 47 vagas para professor efetivo em diferentes áreas e campi de Rondônia; seleção prevê provas escrita, didática e análise de títulos.
L
Publicidade

POLÍTICA

Cláudia de Jesus destina emenda para o Congresso Brasileiro de Geografia Política na Unir

Cláudia de Jesus destina emenda para o Congresso Brasileiro de Geografia Política na Unir

Deputada estadual garante R$ 100 mil para a realização do evento científico em Porto Velho
L
Toffoli recua e se declara suspeito para relatar ação da CPI do Banco Master

Toffoli recua e se declara suspeito para relatar ação da CPI do Banco Master

Ministro solicita redistribuição imediata do caso após ser sorteado para decidir sobre a instalação da comissão na Câmara.
L
Toffoli assume relatoria de ação que pede instalação da CPI do Banco Master

Toffoli assume relatoria de ação que pede instalação da CPI do Banco Master

Ministro foi sorteado pelo sistema do STF mesmo após deixar inquérito sobre o banco devido a citações em mensagens de investigado.
L
Deputado Pedro Fernandes discute fortalecimento do cooperativismo em Rondônia

Deputado Pedro Fernandes discute fortalecimento do cooperativismo em Rondônia

Encontro com equipe da OCB abordou proposta legislativa e alinhamentos técnicos para impulsionar cooperativas no estado.
L
STF determina prisão imediata de ex-comandantes da Polícia Militar por omissão no 8 de janeiro

STF determina prisão imediata de ex-comandantes da Polícia Militar por omissão no 8 de janeiro

Oficiais condenados a 16 anos de reclusão serão encaminhados para a “Papudinha”, onde cumprirão pena por falha na contenção dos atos golpistas.
L
Publicidade

POLÍCIA

Foragido fica nervoso e é preso pelo BPChoque em Porto Velho

Foragido fica nervoso e é preso pelo BPChoque em Porto Velho

Mandado de prisão em aberto por roubo leva à detenção de homem na zona leste da capital
16
Polícia Militar recupera motocicleta roubada de mulher trans no bairro Nova Esperança

Polícia Militar recupera motocicleta roubada de mulher trans no bairro Nova Esperança

Veículo foi localizado na zona Norte após denúncia anônima.
10
Equipe do sgt Machado prende trio com drogas em boca de fumo na zona Norte

Equipe do sgt Machado prende trio com drogas em boca de fumo na zona Norte

Policiais do 5º Batalhão fecham ponto de venda de entorpecentes no bairro Nova Esperança.
10
Machadinho do Oeste: homem reage a PMs e é morto em confronto

Machadinho do Oeste: homem reage a PMs e é morto em confronto

Acusado de homicídio de policial em 2013 reagiu a abordagem em Machadinho do Oeste e morreu; histórico de violência doméstica e criminalidade complica perfil do infrator.
16
PM faz cerco e prende dupla acusada de roubo e apreende drogas

PM faz cerco, prende dupla acusada de roubo e apreende drogas

Durante varredura os policiais encontraram dois celulares roubados, 8 porções de maconha, 6 de crack e 17 de cocaína, dinheiro do tráfico e objetos de procedência duvidosa.
14
Publicidade

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Bolsa sobe 1,4% em dia de alívio nas tensões no Oriente Médio

Bolsa sobe 1,4% em dia de alívio nas tensões no Oriente Médio

Ibovespa supera a marca dos 183 mil pontos impulsionado por bancos, enquanto preço do petróleo recua 11% após declarações sobre o fim do conflito.
L
UBS José Adelino suspende atendimentos para manutenção nesta quinta-feira (12)

UBS José Adelino suspende atendimentos para manutenção nesta quinta-feira (12)

Serviços no complexo de saúde do bairro Marcos Freire serão interrompidos das 7h às 14h para reparos elétricos preventivos
L
Vandalismo no Parque da Cidade interrompe atividades do Espaço Acolher

Vandalismo no Parque da Cidade interrompe atividades do Espaço Acolher

Local voltado a crianças e pessoas neurodivergentes permanecerá fechado para reparos após ataque
L
Educação empreendedora e financeira é ampliada em escolas de Porto Velho

Educação empreendedora e financeira é ampliada em escolas de Porto Velho

Parceria entre Semed, Sebrae e Sicoob fortalece formação de estudantes do Ensino Fundamental I
L

CONCURSO SEDUC/RO: Balanço da primeira etapa e orientações do IBADE aos candidatos

IBADE divulga gabarito preliminar do concurso da SEDUC/RO após provas realizadas em 8 de março, com alto índice de participação e operação marcada por segurança e transparência.
L

Como a qualidade de vídeo lendária e a capacidade de adicionar legendas estão transformando a criação de conteúdo moderna

Dominando as Ferramentas e a Narrativa para Vídeos de Alta Performance.
L
Agevisa/RO avalia experiências do SUS em mostra de saúde realizada em Ariquemes

Agevisa/RO avalia experiências do SUS em mostra de saúde realizada em Ariquemes

Técnicos da agência estadual integram banca examinadora para reconhecer iniciativas que aprimoram o atendimento público no município
L
Lei Paulo Gustavo viabiliza lançamento de curta-metragem em Porto Velho

Lei Paulo Gustavo viabiliza lançamento de curta-metragem em Porto Velho

Produção “Contraste” utiliza palhaçaria para debater violência contra a mulher e estreia nesta quinta-feira no Sesc Centro Cultural
L
Jirau Energia lança livro em Brasília sobre os marcos e a transformação da usina na Amazônia

Jirau Energia lança livro em Brasília sobre os marcos e a transformação da usina na Amazônia

A obra “Jirau, muito além da energia” narra a trajetória da usina e os seus principais marcos do empreendimento desde o leilão de concessão até a operação atual.
L
Rondônia discute estratégias para atrair turistas estrangeiros durante oficina do Plano Brasis em Porto Velho

Rondônia discute estratégias para atrair turistas estrangeiros durante oficina do Plano Brasis em Porto Velho

Representantes do setor turístico, instituições públicas e entidades empresariais participaram, em Porto Velho, de uma oficina de diagnóstico sobre a implementação do Plano Brasis, iniciativa que busca fortalecer a presença do estado no turismo internacional.
L