Amazônia, Gente e Justiça: Marcos Alexandre fala sobre desafios da Água Azul

A conversa também abre espaço para compreender como a experiência prática no campo, a formação acadêmica e os conhecimentos técnicos podem contribuir para uma produção sustentável, para o desenvolvimento local e para a conservação ambiental.

Fonte: News Rondonia

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Amazônia, Gente e Justiça: Marcos Alexandre fala sobre desafios da Água Azul

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O Amazônia, Gente e Justiça desta sexta-feira, dia 28, às 18h, recebe Marcos Alexandre Machado da Silva, presidente da Associação dos Moradores da Comunidade Água Azul, localizada na região de Canutama, no Amazonas.

Aos 45 anos, Marcos Alexandre é produtor rural, cursa Bacharelado em Agronomia e, segundo as informações fornecidas ao programa, vive na região sul de Canutama desde 1997. Sua experiência está diretamente relacionada à realidade do campo.

Ao longo de mais de 25 anos de vivência na região, acumulou conhecimentos em atividades agropecuárias, manejo de culturas, criação de animais e gestão de propriedade rural.

Na atuação comunitária, Marcos Alexandre soma 12 anos e 10 meses como representante da Comunidade Água Azul. Entre suas atividades estão a defesa dos interesses dos moradores, a articulação com órgãos públicos, a organização de projetos e ações locais e a mediação de conflitos.

O entrevistado também possui cursos nas áreas de avicultura, apicultura, inseminação artificial em bovinos, cultivo de hortaliças, primeiros socorros, proteção ambiental e piscicultura, além de outro curso informado no material como “EntoDoméstico”.

Durante o Amazônia, Gente e Justiça, a entrevista deverá aproximar o público da realidade das comunidades da região sul de Canutama e discutir os desafios enfrentados pelos moradores, a produção rural e a importância da organização comunitária.

A conversa também abre espaço para compreender como a experiência prática no campo, a formação acadêmica e os conhecimentos técnicos podem contribuir para uma produção sustentável, para o desenvolvimento local e para a conservação ambiental.

Outro ponto será a atuação das associações comunitárias na interlocução entre moradores e poder público, especialmente na apresentação das necessidades locais e na busca por soluções que melhorem as condições de quem vive e produz na região.

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