O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou em pronunciamento divulgado em sua rede social que a principal justificativa para os ataques contra o Irã é a defesa dos cidadãos norte-americanos. Segundo ele, o regime iraniano representa uma ameaça iminente e “jamais terá uma arma nuclear”.
“Nosso objetivo é defender os norte-americanos eliminando ameaças iminentes do regime iraniano”, afirmou o presidente. Trump acrescentou que pretende “destruir seus mísseis e arrasar sua indústria de mísseis”, além de enfraquecer a capacidade naval iraniana e impedir que grupos armados aliados de Teerã continuem atuando na região.
Em sua fala, também replicada na conta oficial da Casa Branca, o presidente afirmou que as Forças Armadas dos EUA iniciaram uma “grande operação de combate” em resposta a sucessivas ações atribuídas ao regime iraniano.
Ao longo do pronunciamento, Trump mencionou episódios históricos para justificar a ofensiva, como a crise dos reféns na embaixada americana em Teerã, em 1979, quando diplomatas dos EUA foram mantidos em cativeiro por 444 dias após a Revolução Islâmica. Ele também citou atentados contra militares norte-americanos ao longo das últimas décadas.
“Este regime logo aprenderá que ninguém deve desafiar a força e o poder das Forças Armadas dos Estados Unidos”, declarou.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, também se pronunciou e classificou o governo iraniano como terrorista. Ele afirmou que a operação militar conjunta, chamada de “O Rugido do Ariano”, será ampliada nos próximos dias e que o programa nuclear iraniano representa ameaça global.
Netanyahu conclamou a população iraniana a se rebelar contra o regime e disse que a ação internacional poderá criar condições para que o povo do país “tome as rédeas do próprio destino”.
A escalada militar entre Estados Unidos, Israel e Irã eleva a tensão no Oriente Médio e amplia a preocupação da comunidade internacional com a possibilidade de um conflito regional de maiores proporções.










































