A ofensiva foi conduzida pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã e atingiu 24 das 31 províncias iranianas, ampliando a dimensão do conflito no Oriente Médio.
Escola entre os alvos
De acordo com a Agência de Notícias da República Islâmica (Irna), um dos ataques ocorreu em uma escola de meninas na cidade de Minab, no sul do país. O bombardeio deixou ao menos 85 alunas mortas e 60 feridas. Cerca de 50 pessoas ainda estariam sob os escombros.
A Sociedade Crescente Vermelho confirmou que diversas áreas civis foram atingidas, elevando o número de vítimas.
Ofensiva após negociações
Os bombardeios ocorreram dois dias após uma rodada de negociações entre Estados Unidos e Irã sobre os limites do programa nuclear iraniano. Teerã sustenta que o desenvolvimento nuclear tem fins pacíficos, enquanto Washington e Tel Aviv alegam risco de produção de armas nucleares.
Ao justificar a ofensiva, o presidente norte-americano Donald Trump afirmou que a ação tem como objetivo defender cidadãos americanos.
Reações internacionais
Diversos países condenaram os ataques, entre eles o Brasil. A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu cessar-fogo imediato e reforçou o apelo por contenção das partes envolvidas.
Em retaliação, o Irã lançou mísseis contra países vizinhos que abrigam bases militares americanas. Segundo o vice-ministro das Relações Exteriores iraniano, Hamid Ghanbari, o país exerce o direito à autodefesa.
Especialistas alertam que a ampliação dos ataques e o número elevado de vítimas podem intensificar a pressão diplomática internacional e elevar o risco de uma escalada militar de maiores proporções na região.










































