Agentes de imigração dos Estados Unidos mataram a tiros o cidadão norte-americano Alex Pretti, de 37 anos, em Minneapolis, provocando uma onda de protestos ferozes em todo o país. Este é o segundo incidente fatal envolvendo forças federais na cidade apenas neste mês, elevando a tensão institucional entre o estado de Minnesota e o governo federal.
O Departamento de Segurança Interna alega que o agente agiu em legítima defesa após Pretti resistir ao desarmamento. No entanto, vídeos verificados por agências internacionais mostram que o homem, um enfermeiro de terapia intensiva, segurava apenas um telefone celular enquanto tentava proteger mulheres que eram empurradas pelos agentes durante a operação.
As imagens revelam que Pretti foi imobilizado e, enquanto estava de joelhos, foi atingido por quatro disparos à queima-roupa nas costas. O chefe de polícia de Minneapolis, Brian O’Hara, confirmou que a vítima era proprietária legal de uma arma e não possuía antecedentes criminais, contestando a narrativa oficial de que ele seria um agressor violento.
O governador de Minnesota, Tim Walz, classificou as imagens como repugnantes e exigiu que o estado assuma a investigação, após agentes federais bloquearem o acesso das autoridades locais à cena do crime. A crise se soma ao assassinato de Renee Good, ocorrido em 7 de janeiro, também em uma operação de fiscalização migratória que gerou indignação pública.
Em resposta ao episódio, manifestações eclodiram em Nova York, Washington e San Francisco. Líderes locais pedem a suspensão imediata das operações do governo Trump na região, enquanto o presidente acusou o prefeito e o governador de incitarem a insurreição. O clima de instabilidade forçou o fechamento de museus e o adiamento de jogos da liga nacional de basquete.











































