Centenas de pessoas enfrentaram temperaturas negativas em Manhattan, nesta quarta-feira, 21, para protestar contra o governo de Donald Trump. O ato ocorreu em frente à Trump Tower, na Quinta Avenida, marcando um ano desde o retorno do republicano à Casa Branca como o 47º presidente dos Estados Unidos.
Os manifestantes levantaram cartazes com pedidos de impeachment e críticas severas à condução dos direitos civis no país. Entre os temas centrais do protesto estavam a atuação da agência de imigração, as tensões com aliados da Otan e a polêmica proposta de anexação da Groenlândia.
Ativistas veteranos expressaram preocupação com o rumo das políticas públicas. May, de 84 anos, afirmou que os Estados Unidos sofrem um recuo de cinco décadas em direitos fundamentais. A octogenária destacou o tratamento dado aos imigrantes e o isolamento diplomático como pontos críticos deste mandato.
A sensação térmica de 15 graus negativos não impediu que o grupo permanecesse no local por cerca de uma hora. Jovens manifestantes também se juntaram ao movimento, classificando a atual gestão como uma ameaça fascista e criticando as medidas drásticas adotadas desde a posse em janeiro de 2025.
O primeiro ano do segundo mandato de Trump tem sido caracterizado por rupturas em alianças internacionais e mudanças profundas na dinâmica interna norte-americana. As decisões do Executivo têm provocado fraturas sociais e reações constantes de opositores em grandes centros urbanos.
A mobilização em Nova York reflete a polarização política que persiste no país. Enquanto o governo mantém sua agenda de nova ordem internacional, setores da sociedade civil prometem manter a pressão por mecanismos de controle e pela defesa das instituições democráticas.










































