SÁBADO, 21/03/2026

Em destaque

L

Mundo

Venezuela: violência política é disputa de projetos, diz pesquisadora

País vive momento de crise após eleições

Por Lucas Pordeus León - Repórter da Agência Brasil - 20

Publicado em 

Venezuela: violência política é disputa de projetos, diz pesquisadora
Fernando Frazão/Agência Brasil

A violência política presente na Venezuela desde o início do chamado processo bolivariano – quando o ex-presidente Hugo Chávez chega ao poder em 1999 – é resultado do confronto de dois projetos que contrapõem grupos políticos opostos.

Essa é a avaliação da professora Carla Ferreira, do departamento de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que fez sua tese de doutorado sobre a classe trabalhadora no processo bolivariano da Venezuela, tendo visitado o país seis vezes entre 2002 e 2013, quando pode conversar com lideranças chavistas, do governo e de movimentos populares.

Para ela, a Venezuela não é uma ditadura, mas um sistema político diferente das democracias liberais representativas que servem de modelo para o Ocidente.

Além disso, afirma que a extrema-direita do país é mais violenta que a brasileira e que a dinâmica de polarização interna e de interferência de potências estrangeiras – principalmente dos Estados Unidos – promoveu uma centralização de poder e burocratização do governo.

Carla Ferreira fala ainda sobre o papel dos militares e vê com extrema preocupação o reconhecimento pelos EUA de uma suposta vitória do candidato opositor Edmundo Gonzalez, o que mostraria “uma predisposição por intervir na Venezuela” com risco de desestabilização em toda a América Latina.

Agência Brasil: Quais as raízes da polarização política na Venezuela?

Carla Ferreira: A origem deste conflito é o colapso do capitalismo petroleiro rentista venezuelano iniciado nos anos 70. Essa crise foi muito profunda e provocou graves repercussões sociais, como a insurreição popular ocorrida em 1989, que foi chamada de Sacudón ou Caracazo.

A crise levou ao surgimento de um movimento bolivariano popular de massas, que tem na população mais empobrecida do país o seu principal pilar, em articulação com um setor reformista das Forças Armadas, de onde emerge, inclusive, a liderança de Hugo Chávez. Esse movimento construiu uma saída institucional para a crise.

Ele articulou um projeto político que visava saldar a dívida social do país mediante a reapropriação da renda petroleira cuja maior parte era apropriada pelas transnacionais do petróleo, principalmente estadunidenses. A partir daí se instaura o conflito entre o projeto deste movimento bolivariano popular de massas e os interesses estadunidenses na região.

Mas não são apenas interesses externos. Os interesses estadunidenses estão articulados internamente com a antiga alta burocracia do petróleo que controlava a PDVSA [estatal petroleira da Venezuela], além dos setores de importação e exportação de produtos industriais. Esses setores constituem o cerne da oposição venezuelana.

Portanto, esses dois projetos diametralmente opostos são a origem da crescente polarização política na Venezuela.

Agência Brasil: E por que esses conflitos não são resolvidos, digamos, de forma pacífica? Afinal, há a tentativa de golpe de 2002, o lockout petroleiro em 2002 e 2003, além de várias insurreições, como as de 2014 e 2017.

Carla Ferreira: É preciso recordar que os métodos da extrema-direita são similares em todo o mundo. Aqui no Brasil conhecemos o bolsonarismo. É muito similar na Venezuela. O que difere lá é a escala bastante mais acentuada da violência política há mais de 20 anos, e o efeito deste ataque permanente sobre a estrutura governamental, que vai se centralizando.

Ou seja, são mais de 20 anos de intensa violência política provocada pela ultradireita na Venezuela, com o uso de fake news, denúncias fraudadas, tentativas de golpe de Estado, questionamento sistemático do sistema eleitoral, sem falar no bloqueio econômico promovido pelas administrações estadunidenses com apoio da União Europeia.

Por outro lado, a cultura política venezuelana é diversa da nossa. Historicamente, a questão da soberania nacional é um anseio muito enraizado nas classes populares venezuelanas. É uma cultura política que viu acender um movimento popular de massas como ainda não vimos no Brasil.

Quando estive na Venezuela pela primeira vez, em 2002, fiquei assombrada com a violência dessa direita. Eu tive a sensação de que eles viviam uma realidade paralela. Nós só tivemos uma amostra simular aqui no Brasil no 8 de janeiro de 2023 e aí passamos a pensar em temas como dissonância cognitiva, porque é difícil de compreender a partir de parâmetros racionais o comportamento daquelas pessoas.

Agência Brasil: Como os governos chavistas lidam com essa violência?

Carla Ferreira: Existe uma crise dos instrumentos institucionais para o enfrentamento da extrema-direita. Eu acho que a Venezuela vive essa crise de forma aguda. Na Venezuela, é permitido que os meios de comunicação corporativos divulguem todo tipo de absurdo e fake news. Isso vai criando uma sociedade totalmente cindida, dividida.

Há até leniência por parte das instituições do país de deixar correr solta a quantidade de fake news que circulam na grande mídia e nas redes sociais na Venezuela.

O governo vem enfrentando essa situação de violência política com uma espécie de democracia plebiscitária, com eleições ou plebiscitos em 1999, 2000, 2004, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2012, entre outras de lá pra cá, como uma forma de reafirmar sua legitimidade permanentemente.

Porém, esse recurso dos referendos não é suficiente frente à violência política agravada pelas sanções econômicas severíssimas que afetam a Venezuela desde 2014 e que explica em parte a emigração massiva de cerca de 25% da população devido à piora nas condições de vida desde então.

É preciso lembrar as conquistas sociais do período Chávez, como redução do desemprego, que era de 18% em 2003 e caiu para 6% em 2012, redução de 50% na distância entre os salários mais altos e mais baixos, fim do analfabetismo, declarado pela Unesco. Em 2010, a Venezuela foi reconhecida pela FAO [Agência da ONU para Alimentação] como um dos dez países com o melhor nível de alimentação no mundo.

Ou seja, o processo bolivariano da Venezuela apresentou melhoras significativas na condição de vida da população venezuelana. E o apoio popular ao governo advinha disso. Por isso, é preciso que a análise não se restrinja entre simpatizar ou não com o presidente Nicolás Maduro. É um processo social mais amplo, que envolve a sociedade, as classes sociais, não é algo que possa ser personalizado em uma única pessoa.

Agência Brasil: Como está a atual situação do bloco social que ainda apoia o chavismo?

Carla Ferreira: Eu precisaria estar lá para saber melhor, tem dez anos minha última visita a Venezuela, mas o que eu percebo é que o próprio bloqueio econômico levou ao desenvolvimento de um setor interno produtor de bens de consumo voltado para o mercado interno.

Esse setor deve participar do bloco do poder hoje na Venezuela. Existem ainda os militares bolivarianos. Aliás, as Forças Armadas venezuelanas são a única da América do Sul que tem no seu regulamento o caráter anti-imperialista.

Alguns analistas se sentem desconfortáveis com a presença dos militares bolivarianos no governo. Para mim, mais desconfortável é a situação do Brasil, quando a gente olha o papel dos militares, com os privilégios de que gozam e poder político que exercem por aqui.

Eu prefiro o poder civil, mas, de fato, nos estados dependentes, as Forças Armadas têm exercido um poder político de fato e isso importa na análise da situação, se essas Forças Armadas estão alinhadas a interesses estrangeiros ou a interesses soberanos nacionais.

Temos ainda o movimento popular e eu penso que, entre os setores da esquerda mais tradicionais da Venezuela, há desconforto porque gostariam de ter visto, nos últimos anos, um avanço de novos instrumentos de democracia direta.

As tendências centralizadoras do governo venezuelano têm sido acompanhadas de muitos equívocos em política econômica, é verdade. E a burocracia estatal tende a se cristalizar em posições de poder, o que é uma tendência em situações de alta polarização, ao mesmo tempo em que são lenientes com ilegalidades de ambos os lados do conflito.

Agência Brasil: A Venezuela é uma ditadura?

Carla Ferreira: A Venezuela não é uma ditadura, mas a Venezuela também não é uma democracia liberal, que serve de parâmetro de todas as coisas no mundo ocidental.

A Venezuela viveu um ascenso revolucionário nos anos 80 e 90, construiu uma alternativa política visando uma transição para um outro modo de produção, porém não efetivou todos os elementos de uma revolução política, a exemplo do que aconteceu em Cuba. A Venezuela fica numa situação em que o velho não termina de morrer e o novo não termina de nascer.

É uma situação diferenciada, com muita participação popular combinada com centralização do poder político em uma burocracia estatal. Um regime que corresponde a enfrentamentos de alta intensidade. As tendências burocráticas são esperadas em situações nas quais os quadros políticos mais experientes tendem a concentrar poder para que não haja maiores retrocessos. Isso pode ser verificado historicamente em diversos processos.

Que Netanyahu não seja considerado um ditador me surpreende e que tão facilmente se impute a pecha de ditadura ao governo venezuelano também me surpreende. É uma profunda incompreensão do esforço social que o povo venezuelano vem fazendo por sair do regime neoliberal que impõe um empobrecimento radical da população.

Todas as forças internas e externas que se beneficiam do neoliberalismo e que são as forças hegemônicas em escala mundial, o sistema financeiro internacional e as grandes corporações, apoiados pelos grandes Estados imperialistas, sabotam o tempo inteiro esse processo. A verdade é essa.

Como eles não permitem o desenvolvimento do processo bolivariano, vai havendo um endurecimento do regime. Isso é verdade, mas que seja uma ditadura não. Porque todo o governo está legitimado por eleições limpas e livres até o momento, até a última eleição pelo menos.

Agência Brasil: Qual é avaliação desse último processo eleitoral?

Carla Ferreira: Não fico confortável em julgar o processo eleitoral venezuelano sem que haja uma apresentação dos boletins. Prefiro aguardar. Recomendo que, no Brasil, os intelectuais tenham cautela nas suas avaliações porque não se trata apenas de um processo eleitoral, se trata de diferenciar o regime que hoje vive a Venezuela, que é um regime diferenciado.

É uma situação complexa, agravada ao longo dos anos, em que o melhor a fazer é respeitar a autodeterminação do povo venezuelano. Não havia – até este momento – razões para suspeitar do sistema eleitoral venezuelano. Porém, a tentativa de invalidá-lo é uma constante nos últimos 20 anos.

Agência Brasil: Quais lições o processo bolivariano e a polarização política na Venezuela podem dar ao Brasil que, nos últimos anos, parece viver uma intensificação da polarização política?

Carla Ferreira: O processo bolivariano ensina sobre a necessidade de reformas profundas nas instituições do Estado para deter o avanço de tendências de extrema-direita, de caráter neofascista, que são extremamente perigosas e que se apresentam como falsas alternativas à crise do neoliberalismo na América Latina.

Acho que nós estamos convocados pelo processo venezuelano a examinar com cuidado o que nós estamos vivendo no Brasil em relação à impunidade de forças que são golpistas, que praticam a mentira e violência como meio para atingir seus objetivos. A Venezuela é um alerta contundente em relação a isso.

A Venezuela é ainda um exemplo de política externa independente que nós deveríamos nos espelhar. O Brasil tem condições de fazer isso, como o presidente Lula vem demonstrando em relação à Gaza e à Guerra na Ucrânia, por exemplo. Isso é fundamental para que o Brasil possa contribuir para que os evidentes planos de desestabilização da Venezuela não se efetivem.

O reconhecimento de Antony Blinken [secretário de Estado dos Estados Unidos] ao candidato da oposição, Edmundo González, mostra uma predisposição por intervir da Venezuela.

Nós chegamos numa situação limite, numa encruzilhada, de um projeto que tenta romper com o neoliberalismo e enfrenta dificuldades extraordinárias. Não sei se o resultado eleitoral deu ou não a vitória ao presidente Nicolás Maduro, porque não foram apresentados os boletins.

O que eu sei é que a Venezuela corre o risco de uma maior intervenção e de ser desencadeado um processo violento e desestabilizador em nosso Hemisfério. Então, eu conto com a sabedoria do Itamaraty para que nós possamos, junto com o México e com a Colômbia, buscar uma solução negociada para a situação venezuelana que é extremamente crítica.

Publicidade
NEWSTV
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
NEWSTV

NEWS QUE VOCÊ VAI QUERER LER

Brasileiros no Líbano relatam cenário de guerra e incerteza

Brasileiros no Líbano relatam cenário de guerra e incerteza

Conflito entre Israel e Hezbollah já expulsou mais de 1 milhão de pessoas de suas casas; brasileiros descrevem rotina de bombardeios e destruição no sul do país.
L
França alerta para falta de saída em curto prazo para guerra no Oriente Médio

França alerta para falta de saída em curto prazo para guerra no Oriente Médio

Em visita a Tel Aviv, chanceler Jean-Noël Barrot é levado a abrigo após disparo de mísseis iranianos; Paris tenta mediar cessar-fogo no Líbano sob resistência de Israel e EUA.
L
Conflito entre Israel e Irã escala com ataques a refinarias e infraestrutura de gás

Conflito entre Israel e Irã escala com ataques a refinarias e infraestrutura de gás

Ofensivas mútuas atingem centros de energia no Golfo Pérsico em plena celebração do Eid al-Fitr; instabilidade na região provoca oscilações severas no mercado global de petróleo e gás.
L
China estende manutenção de taxas de juros pelo décimo mês seguido

China estende manutenção de taxas de juros pelo décimo mês seguido

Banco Central chinês mantém os índices LPR de um e cinco anos inalterados em março, confirmando as projeções de estabilidade do mercado financeiro global.
L
Europa e Japão recuam e manifestam apoio à abertura do Estreito de Ormuz

Europa e Japão recuam e manifestam apoio à abertura do Estreito de Ormuz

Em declaração conjunta, potências demonstram disposição para garantir navegação segura após bloqueio iraniano; decisão ocorre quatro dias após negativa que irritou Donald Trump.
L
Publicidade

DESTAQUES NEWS

ANPD define cronograma para fiscalização do ECA Digital até 2027

ANPD define cronograma para fiscalização do ECA Digital até 2027

Agência Nacional de Proteção de Dados monitora 37 empresas de tecnologia; regras de verificação de idade para crianças e adolescentes já estão em vigor.
L
Fiocruz alerta para alta na circulação do vírus da gripe no Brasil

Fiocruz alerta para alta na circulação do vírus da gripe no Brasil

Boletim InfoGripe aponta avanço da Influenza A em diversas regiões; vacinação nacional começa em 28 de março para grupos prioritários.
L
Governo intensifica fiscalização em postos para coibir preços abusivos

Governo intensifica fiscalização em postos para coibir preços abusivos

Operação nacional já percorreu 179 municípios e emitiu mais de 900 notificações; força-tarefa une Polícia Federal e Senacon contra a formação de cartéis.
L
Ministério da Saúde realiza mutirão nacional para atendimento feminino

Ministério da Saúde realiza mutirão nacional para atendimento feminino

Ação inédita ocorre neste sábado e domingo em centenas de hospitais; iniciativa inclui cirurgias agendadas, exames de alta complexidade e transporte gratuito.
L

Sintonia 360: Charlene Brito destaca o impacto social da ASAS

Com formação sólida e multidisciplinar, Charlene é bacharel em Direito, contadora e possui pós-graduação em Criminologia, além de especialização em Auditoria e Perícia Contábil. Sua trajetória profissional reúne conhecimento jurídico, contábil e social, elementos que fortalecem sua atuação dentro da ASAS.
L
Publicidade

EMPREGOS E CONCURSOS

Correios: inscrições para Jovem Aprendiz 2026 abertas

Correios: inscrições para Jovem Aprendiz 2026 abertas

Programa oferece 548 vagas em todo o país com foco em capacitação e inclusão de jovens em situação de vulnerabilidade social.
L
CNU 2025 consolida maior diversidade étnica e de gênero no serviço público federal

CNU 2025 consolida maior diversidade étnica e de gênero no serviço público federal

Ministra Esther Dweck apresenta balanço da segunda edição do “Enem dos Concursos”, destacando que 40% dos aprovados pertencem a grupos de cotas reservadas.
L
CNU convoca 712 candidatos para etapa de investigação social

CNU convoca 712 candidatos para etapa de investigação social

A fase é eliminatória para o cargo de analista técnico de justiça e defesa, exigindo o preenchimento de ficha de informações pessoais até o dia 24 de março.
L
Mais de 2,3 mil vagas abertas em Rondônia: confira sua cidade

Mais de 2,3 mil vagas abertas em Rondônia: confira sua cidade

O Governo de Rondônia disponibiliza 2.377 vagas formais em diversas cidades do estado, reforçando oportunidades no mercado de trabalho e o fortalecimento da economia local.
L
CNU divulga resultado final com classificações e lista de espera

CNU divulga resultado final com classificações e lista de espera

Candidatos já podem consultar notas e posições na página da FGV; convocações para nomeações e cursos de formação começam nesta segunda-feira.
L
Publicidade

POLÍTICA

Segunda Turma do STF mantém prisão de Daniel Vorcaro por unanimidade

Segunda Turma do STF mantém prisão de Daniel Vorcaro por unanimidade

Colegiado referendou decisão do ministro André Mendonça; mudança na defesa de dono do Banco Master sinaliza avanço em acordo de delação premiada.
L
Gilmar Mendes critica envio de Daniel Vorcaro a presídio federal

Gilmar Mendes critica envio de Daniel Vorcaro a presídio federal

Ministro votou pela manutenção da prisão do dono do Banco Master, mas contestou a legalidade do regime de segurança máxima e o vazamento de dados sigilosos.
L
Lula entrega ônibus escolares e defende educação como prioridade estratégica

Lula entrega ônibus escolares e defende educação como prioridade estratégica

Governo federal distribui 324 veículos para áreas de difícil acesso; investimento de R$ 500 milhões no Novo PAC deve atender 120 mil estudantes.
L
“É banditismo”, diz Boulos sobre aumento do diesel e ameaça prender donos de postos

“É banditismo”, diz Boulos sobre aumento do diesel e ameaça prender donos de postos

Ministro da Secretaria-Geral acusa distribuidoras de crime contra a economia popular; operações da Polícia Federal já fiscalizaram 400 postos em 48 horas.
L
Lula destaca importância de terras raras do Brasil para América do Sul

Lula destaca importância de terras raras do Brasil para América do Sul

Em evento na UFABC, presidente afirma que terras raras devem servir ao desenvolvimento da América Latina e não apenas à exportação; cerimônia marcou entrega de título post mortem ao líder uruguaio.
L
Publicidade

POLÍCIA

URGENTE: promotor de eventos é preso suspeito de tentativa de violência sexual em RO

Promotor de eventos é preso suspeito de tentativa de violência sexual em RO

Mandado de prisão foi cumprido pela Polícia Civil após denúncia de jovem de 19 anos sobre crime ocorrido neste mês
18
Suspeito morre após sacar arma e investir contra policiais em Espigão do Oeste

Suspeito morre após sacar arma e investir contra policiais em RO

Homem reagiu à abordagem durante cumprimento de mandado e acabou baleado em ação da Polícia Militar
14
Caminhoneiro é assaltado em posto de combustíveis na BR-364

Caminhoneiro é assaltado em posto de combustíveis na BR-364

Bandidos armados com faca abordam motorista em Porto Velho; criminosos fugiram levando documentos e as chaves do veículo durante a noite de sexta-feira.
10
Ação integrada entre MPRO e forças de segurança visa recapturar réus de facção criminosa em Rondônia

Ação integrada entre MPRO e forças de segurança visa recapturar réus de facção criminosa em Rondônia

O objetivo principal da operação é cumprir 26 (vinte e seis) mandados de prisão preventiva deferidos pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia, nas cidades de Porto Velho Candeias do Jamari, Guajará-Mirim e Ouro Preto do Oeste em Rondônia; Rio Branco no Acre e Catanduvas no Paraná.
14
Mulher é presa por tráfico e uso de documento falso na zona leste

Mulher é presa por tráfico e uso de documento falso na zona leste

Flagrante ocorreu em residência no bairro Flamboyant durante a madrugada deste sábado; polícia encontrou entorpecentes e RG adulterado no local.
12
Publicidade

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Entidades do setor produtivo pedem redução urgente do ICMS do diesel em Rondônia

Entidades do setor produtivo pedem redução urgente do ICMS do diesel em Rondônia

A medida foi proposta diante da recente alta nos preços dos combustíveis e dos reflexos diretos na economia estadual.
L
Órgãos federais oferecem serviços gratuitos para proteção contra golpes

Órgãos federais oferecem serviços gratuitos para proteção contra golpes

Receita Federal e Banco Central disponibilizam ferramentas para blindar o CPF e monitorar contas bancárias; Gov.br recomenda verificação em duas etapas.
L
Dia da Síndrome de Down reforça a importância da inclusão e do diagnóstico precoce

Dia da Síndrome de Down reforça a importância da inclusão e do diagnóstico precoce

Data simboliza a trissomia do cromossomo 21; especialistas destacam que estímulo na infância e adaptação pedagógica são chaves para a autonomia.
L
Governo inaugura primeira Casa da Igualdade Racial no Rio de Janeiro

Governo inaugura primeira Casa da Igualdade Racial no país

Equipamento público inédito oferecerá acolhimento jurídico, psicossocial e orientação para acesso a políticas públicas; unidade inicia atendimentos na segunda-feira.
L
Atleta de Rondônia, Artur Czerwinski é convocado para a Seleção Brasileira de Tênis de Mesa

Atleta de Rondônia, Artur Czerwinski é convocado para a Seleção Brasileira de Tênis de Mesa

Jovem de 13 anos vai representar o Brasil no Campeonato Sul-Americano e reforça destaque do esporte rondoniense no cenário nacional
L
Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 8 milhões neste sábado

Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 8 milhões neste sábado

Apostas para o concurso 2.987 podem ser realizadas até as 20h; sorteio ocorre em São Paulo com transmissão ao vivo pelas redes sociais.
L
Programa Pão Nosso atinge 100 mil cafés da manhã gratuitos em Porto Velho em três meses

Programa Pão Nosso atinge 100 mil cafés da manhã gratuitos em Porto Velho em três meses

Iniciativa do Governo de Rondônia garante alimentação diária a pessoas em situação de vulnerabilidade e reforça políticas de segurança alimentar
L
Frentes de trabalho avançam na recuperação de bueiros e reforçam segurança em Porto Velho

Frentes de trabalho avançam na recuperação de bueiros e reforçam segurança em Porto Velho

Quase uma tonelada de cimento é utilizada nas obras, que eliminam riscos de acidentes e melhoram a qualidade de vida da população
L
Síndrome de Down: inclusão é destaque nas escolas de PVH

Síndrome de Down: inclusão é destaque nas escolas de PVH

Ação com meias coloridas mobiliza alunos e reforça respeito à diversidade, com 36 estudantes atendidos na rede municipal de ensino.
L
Família pede ajuda para traslado de corpo de morador de Nova Califórnia após morte por câncer

Família pede ajuda para traslado de corpo de morador de Nova Califórnia após morte por câncer

Familiares pedem a colaboração de quem puder contribuir com qualquer quantia. As doações podem ser feitas via Pix.
L