Entre 2023 e 2025, o Brasil reconquistou protagonismo internacional nas discussões sobre meio ambiente e mudança do clima, após anos de desmonte de políticas ambientais. Durante o período, o governo implementou ações integradas de fiscalização, preservação e sustentabilidade, que reduziram o desmatamento e fortaleceram a governança ambiental.
Segundo dados oficiais, o desmatamento na Amazônia caiu 50% e no Cerrado 32,3%, enquanto a área queimada nos seis biomas sofreu queda de 39,5%, com destaque para a Amazônia (-75,8%) e o Pantanal (-93,3%). O Fundo Amazônia foi reativado e registrou o maior volume anual desde 2008, destinando cerca de R$ 2 bilhões para projetos de conservação. Além disso, 84 mil famílias receberam pagamentos trimestrais de R$ 600 por meio do programa Bolsa Verde, promovendo sustentabilidade e melhoria da qualidade de vida em áreas prioritárias.
O governo também criou o Ministério dos Povos Indígenas, retomou a demarcação de Terras Indígenas e realizou operações de desintrusão em áreas ocupadas irregularmente. A transição para uma economia de baixo carbono e bioeconomia recebeu investimento de R$ 138,1 bilhões em fundos como o Fundo Florestas Tropicais para Sempre, Eco Invest e Fundo Clima.
Internacionalmente, o Brasil sediou a COP30 em Belém, reforçando sua liderança na agenda climática global. Foram elaborados mapas estratégicos para a transição dos combustíveis fósseis e para interromper e reverter o desmatamento, consolidando metas climáticas alinhadas ao Acordo de Paris.
A ministra Marina Silva destacou que a preservação ambiental deixou de ser vista como obstáculo e passou a ser alavanca para desenvolvimento econômico, enquanto o presidente Lula reafirmou o compromisso de manter a floresta em pé e zerar o desmatamento ilegal até 2030. O Novo PAC destinou R$ 3,1 bilhões para biocombustíveis e restauração de ecossistemas, e a concessão florestal permitiu o manejo sustentável de 1,33 milhão de hectares, gerando R$ 257,74 milhões em receita.
O balanço trienal demonstra que, com ciência, governança fortalecida e respeito aos povos da floresta, o Brasil reconstruiu sua trajetória ambiental e consolidou-se como potência ambiental e referência global em sustentabilidade.





































