Cavaleiro dos Sete Reinos se passa depois de A Casa do Dragão e bem antes de Game of Thrones, funcionando como um “meio do caminho” entre as duas adaptações — mas com distância suficiente para contar uma história própria. Na cronologia de Westeros, a trama começa no ano 209 Após a Conquista (A.C.), com foco nas aventuras do cavaleiro Duncan e de seu aprendiz, Ovo, em meio a torneios, tensões políticas e conflitos que ainda deixam marcas no reino.
A posição na linha do tempo ajuda a entender por que a série pode ser assistida de forma independente: não é a era dos grandes dragões de Casa do Dragão, nem o período de crise final que abre Game of Thrones. Ainda assim, o passado recente de Westeros continua presente nas conversas, nos nomes e nas disputas que circulam pelos Sete Reinos.
Quando a história acontece, exatamente?
Dentro do universo criado por George R.R. Martin, Cavaleiro dos Sete Reinos ocorre quase 100 anos antes de Game of Thrones. Enquanto isso, A Casa do Dragão acompanha eventos que se passam entre os anos 129 e 131 A.C., e Game of Thrones começa no ano 298 A.C..
Na prática, isso coloca o novo spin-off em um ponto bem específico:
- Ele começa no ano 209 A.C., cerca de 78 anos após o fim da guerra civil mostrada em A Casa do Dragão.
- Na cronologia oficial, o último dragão morreu no ano 153 A.C., ou seja, 56 anos antes das aventuras de Duncan.
- Com esse intervalo, a série tende a não usar os protagonistas centrais das outras produções, mas pode citar eventos e famílias que ainda moldam a política do reino.
Essa escolha também tem um efeito narrativo: Cavaleiro dos Sete Reinos pode trazer ecos do que aconteceu em Casa do Dragão, ao mesmo tempo em que planta sementes que só ganham peso muitas décadas depois, quando o poder Targaryen entra em sua fase mais frágil, já próxima do cenário visto em Game of Thrones.
Linha do tempo das séries (ordem cronológica)
Para organizar a cronologia de forma simples, a sequência fica assim:
- A Casa do Dragão — por volta de 129 a 131 A.C.
- Cavaleiro dos Sete Reinos — 209 A.C.
- Game of Thrones — a partir de 298 A.C.
Preciso ver as outras séries para entender?
A tendência é que não. Mesmo quem nunca assistiu Game of Thrones ou A Casa do Dragão deve conseguir acompanhar Cavaleiro dos Sete Reinos sem dificuldade, justamente porque a história se sustenta com seus próprios personagens e conflitos.
Ao mesmo tempo, quem já conhece as adaptações anteriores tem vantagem: a série deve esconder referências e conexões que passam despercebidas para parte do público, incluindo menções a figuras como Aemon Targaryen e Brynden Rivers, nomes que têm importância no universo ampliado de Westeros.
Westeros em “paz”: por que isso importa para a trama
No início de Cavaleiro dos Sete Reinos, Westeros vive um período de relativa estabilidade, mas longe de ser um tempo inocente. Os dragões já não existem, porém a Casa Targaryen segue no controle do Trono de Ferro, e as grandes casas mantêm uma calma que parece mais um acordo temporário do que uma paz verdadeira.
Além disso, o reino ainda está se reorganizando após a Rebelião Blackfyre, que terminou 13 anos antes do começo da nova história. Esse pano de fundo é importante porque explica por que torneios, alianças e intrigas continuam sendo parte do cotidiano — e como Duncan, mesmo buscando fama e dinheiro, pode acabar envolvido em conflitos maiores do que imaginava.
Com um torneio promovido pela Casa Ashford como ponto de partida, Cavaleiro dos Sete Reinos tem espaço para misturar aventura, ambição e política — do jeito que o universo de George R.R. Martin costuma fazer, mas em escala mais intimista e humana.
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