O buraco de minhoca ganha destaque nos novos episódios de Stranger Things, quando Dustin descobre que o Mundo Invertido não funciona como uma simples dimensão paralela. A revelação surge no Volume 2 da 5ª temporada, alterando tudo o que os personagens e o público acreditavam saber sobre o fenômeno que conecta Hawkins ao desconhecido.
Nos episódios lançados, a narrativa apresenta o local como uma passagem instável no tecido do espaço-tempo — semelhante aos buracos de minhoca teóricos propostos por Albert Einstein e Nathan Rosen. A ideia científica, conhecida originalmente como ponte Einstein-Rosen, sugere atalhos capazes de conectar regiões distantes do universo como se fossem portais.
Dustin encontra pistas em documentos do Dr. Brenner, percebendo que a formação vista na série não é apenas energia, mas sim uma espécie de matéria exótica, conceito que também aparece na física teórica. Na prática científica, essa forma de matéria teria massa negativa e seria necessária para manter um buraco de minhoca “aberto”, permitindo uma travessia segura — algo jamais observado na natureza.
Na ficção, a estrutura serviria como atalho cósmico, aproximando o conceito do teletransporte. Porém, especialistas apontam que, para existir, seria preciso uma quantidade de energia equivalente a milhões de sóis, tornando a criação ou detecção de uma passagem assim praticamente impossível com a tecnologia atual.
A teoria se tornou popular em obras de cinema e TV, inspirando produções como Interestelar e reaparecendo agora em Stranger Things, onde o vilão Vecna parece controlar um território chamado Abismo, acessível por esse tipo de passagem espacial.
Com o episódio final programado para 31 de dezembro, a expectativa é que novas respostas — ou novos mistérios — surjam. Enquanto isso, o tema segue alimentando debates entre fãs de ficção e entusiastas da ciência.
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