As faculdades de medicina, tanto públicas quanto privadas, que integram o programa Mais Médicos, têm até as 23h59 desta sexta-feira (13) para aderir ao Programa Bolsa Permanência (PBP-PMM). O prazo é fundamental para que as instituições garantam o repasse de auxílios financeiros aos seus alunos.
A formalização deve ser feita exclusivamente pelo representante legal da instituição ou da mantenedora por meio do Sistema de Gestão da Bolsa Permanência (SISBP). É indispensável que o responsável possua uma conta ativa na plataforma Gov.br para concluir o procedimento digital de adesão ao programa federal.
O benefício, fixado em R$ 700 mensais, é voltado para estudantes de graduação presencial que enfrentam vulnerabilidade socioeconômica. O objetivo central do Ministério da Educação (MEC) é oferecer suporte material para evitar a evasão escolar e garantir que esses futuros médicos consigam concluir sua formação acadêmica.
Para o ano de 2026, o MEC disponibilizou 1,5 mil novas bolsas, totalizando um investimento anual de R$ 12,6 milhões. Do montante total de vagas, 75% são destinadas a bolsistas integrais de instituições privadas e 25% para alunos de universidades federais, priorizando áreas com altos índices de carência social.
O cronograma estabelece que os estudantes interessados em concorrer às bolsas devem realizar seu cadastro no SISBP até o dia 20 de fevereiro. Entre os requisitos obrigatórios estão a inscrição ativa no CadÚnico e a comprovação de renda bruta familiar per capita de até um salário mínimo e meio.
A distribuição das bolsas também leva em conta critérios geográficos, com pontuação adicional para instituições localizadas na Amazônia Legal e em regiões de fronteira. A medida visa fortalecer a presença de profissionais de saúde em áreas remotas do país, incentivando a diplomação de alunos dessas localidades.










































