A Locomotiva 18 voltou a brilhar nesta edição da Agrotec 2025, encantando visitantes ao exibir suas estruturas imponentes sobre os trilhos históricos do Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho. Símbolo vivo de uma era marcada por desafios e ousadia na Amazônia, a máquina restaurada trouxe à feira não apenas nostalgia, mas também um recado contemporâneo: “usem-me”. Em meio a debates sobre logística e competitividade, sua presença inspirou reflexões sobre alternativas para o escoamento da produção agropecuária na região.
Embora ainda seja apenas uma metáfora, a “solicitação” da locomotiva ecoou entre os visitantes. A ferrovia, que outrora impulsionou ciclos econômicos, poderia um dia voltar a operar como solução estratégica para reduzir custos de transporte e fortalecer cadeias produtivas amazônicas. Na Agrotec, a Locomotiva 18 cumpriu seu papel: reavivar a imaginação e reacender o debate sobre infraestrutura na Amazônia.
De acordo com a concessionária responsável pela administração do Complexo da Madeira-Mamoré, a restauração da Locomotiva 18 é apenas o começo. A próxima máquina que receberá cuidados especiais será a histórica Marechal Rondon, reforçando o compromisso com a preservação da memória ferroviária e ampliando o potencial turístico e cultural da região. Com isso, a esperança de ver novamente esses gigantes de aço em movimento ganha ainda mais força.










































