Um vídeo viral mostrando um organismo artificial com aparência de tecido vivo reacendeu debates sobre biotecnologia e impressão 3D de órgãos, mas trata-se de uma obra de ficção científica. A produção, criada em 2016, apresenta um corpo modular que parece respirar, se contrair e reagir ao toque, levando muitas pessoas a acreditar que era um protótipo real de laboratório.
O projeto foi atribuído ao suposto pesquisador Cornelis Vlasman, descrevendo o robô biológico como capaz de trocar órgãos artificiais controlados eletronicamente. Apesar do impacto visual, especialistas afirmam que a narrativa não corresponde à realidade e que a integração funcional de órgãos artificiais no corpo humano ainda está a décadas de distância.
A obra faz parte de uma série de 56 vídeos chamada Project Oscar, que explora o conceito de corpo humano modular em formato de falso documentário. O realismo da produção e o ressurgimento do conteúdo em plataformas de vídeos curtos contribuíram para a confusão e para a viralização.
Pesquisadores alertam que, embora haja avanços em bioengenharia e impressão 3D de tecidos, a criação de órgãos plenamente funcionais continua impossível atualmente. O caso também evidencia como conteúdos antigos e fictícios podem se tornar virais novamente, confundindo o público em meio a algoritmos e compartilhamentos rápidos nas redes sociais.
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