A nova legislação estabelece diretrizes rígidas para empresas de tecnologia e redes sociais, proibindo a monetização de conteúdos que sexualizam crianças e adolescentes.
Conteúdo misógino simulava agressões para casos de recusa em relacionamentos; Advocacia-Geral da União identifica perfis responsáveis e pede punição por incitação ao crime.
Uma pesquisa realizada pelo Departamento de Psicologia e Neurociência da Universidade da Carolina do Norte revelou que adolescentes passam grande parte do horário escolar utilizando smartphones, o que pode prejudicar a atenção e o desempenho acadêmico.
ONG Redes Cordiais lança cartilha para criadores de conteúdo e comunicadores; objetivo é combater o sensacionalismo e o discurso de ódio nas redes sociais.
Relator afirma que 10% do faturamento da bigtech viria de anúncios de golpes e fraudes; empresa nega interesse econômico e destaca remoção de 134 milhões de conteúdos irregulares.
Dados divulgados em processo judicial na Califórnia apontam que quase um em cada cinco jovens viu conteúdo sexual indesejado; empresa cita desafios com mensagens privadas.
Vídeos do ocorrido foram compartilhados nas redes sociais pela própria envolvida, gerando grande repercussão entre os moradores do residencial na zona leste.
Pesquisador recomenda que pais evitem publicar imagens de filhos nas redes sociais e reforcem a supervisão durante festas e blocos para prevenir violações.
O projeto de lei exige autorização dos pais para adolescentes de 13 a 16 anos e estabelece multas pesadas para empresas de tecnologia que descumprirem a norma.
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