O ministro Guilherme Boulos manifestou em Belém que o texto do relator Guilherme Derrite, no PL Antifacção, visa proteger o crime organizado ao dificultar investigações independentes da Polícia Federal.
O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, criticou a proposta inicial do relator do PL Antifacção, que condicionava a atuação da Polícia Federal à autorização de governadores. Ele espera que o projeto original do governo seja aproveitado integralmente.
O diretor-geral Andrei Rodrigues afirmou que a exigência de autorização estadual para investigações, proposta no PL Antifacção, afetaria o combate ao crime e inviabilizaria apurações complexas como a de Marielle Franco.
Ministro da Fazenda alerta que relatório do PL Antifacção enfraquece a Receita Federal e a Polícia Federal, podendo comprometer a Operação Carbono Oculto.
Presidente da Câmara afirma que tema foi “resolvido” após o relator Guilherme Derrite retirar a exigência de aval de governador para operações conjuntas da PF.
Após críticas do Governo e da PF, deputado Guilherme Derrite alterou o texto para endurecer o combate financeiro ao crime organizado e criar nova figura penal.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu a união das instituições no combate ao crime organizado após uma reunião no STF com o ministro Alexandre de Moraes, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e procuradores estaduais.
A Polícia Federal (PF) manifestou publicamente sua “preocupação” com as alterações propostas pelo relator do Projeto de Lei (PL) Antifacção, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), afirmando que as mudanças ameaçam e enfraquecem o combate ao crime organizado no Brasil.
O secretário Nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo, afirmou que o substitutivo do relator Guilherme Derrite (PP-SP) ao Projeto de Lei Antifacção limita o combate às organizações criminosas menores e retira mecanismos importantes de asfixia financeira.
O parecer do deputado Guilherme Derrite (PP-SP) ao Projeto de Lei Antifacção condiciona as investigações conjuntas da Polícia Federal (PF) com forças estaduais contra facções criminosas a um pedido formal do governador do estado.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo busca “quebrar a espinha dorsal” das facções, destacando que R$ 19,8 bilhões foram retirados das mãos de criminosos desde 2023.
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