Nova norma do Ibama, publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira, classifica o pirarucu como invasor fora da área natural e libera controle sem limites nessas regiões.
Pesquisadores da UFPA decifraram o genoma do pirarucu e do filhote para incentivar a reprodução sustentável em cativeiro e combater a pesca ilegal na região.
O manejo sustentável do pirarucu desenvolvido na Resex Rio Cautário foi apresentado pela Sedam na COP30, reforçando o protagonismo de Rondônia em políticas ambientais, geração de renda e conservação.
Apesar do modelo de manejo sustentável ter ajudado a preservar o pirarucu, comunidades que atuam na pesca reclamam de não serem remuneradas de forma justa pela venda da pele do peixe.
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