O ministro Fernando Haddad apresentou os resultados preliminares das contas públicas de 2025 e destacou que o índice ficou dentro da margem de tolerância do arcabouço.
Entidades industriais celebram aprovação do tratado pelo bloco europeu, destacando potencial para aumentar exportações, atrair investimentos e fortalecer o PIB nacional.
O Monitor do PIB da FGV aponta o segundo mês consecutivo de queda na atividade econômica, impulsionado pelo patamar elevado da taxa Selic, atualmente em 15% ao ano, freando o consumo e investimentos.
A estimativa do mercado financeiro para o IPCA foi reduzida pela quinta semana consecutiva para 4,36% em 2025, ficando dentro do limite da meta de inflação; a projeção para o PIB se mantém em 2,25%.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que a economia brasileira deve desacelerar para 1,8% em 2026, com juros altos (Selic em 12% ao ano) e o enfraquecimento da demanda interna atuando como freios para o crescimento após alta de 2,5% em 2025.
O Ministério do Planejamento e Orçamento confirmou o reajuste de 6,79% no salário mínimo a partir de janeiro de 2026, elevando o valor de R$ 1.518 para R$ 1.621, com impacto nas contas públicas e na vida de quase 60 milhões de brasileiros.
Projeção para o crescimento da economia brasileira subiu no Boletim Focus, enquanto a estimativa para o IPCA foi reduzida pela quarta semana consecutiva, ficando dentro do limite da meta do Banco Central.
O Produto Interno Bruto (PIB) do país expandiu 0,1% entre julho e setembro, atingindo R$ 3,2 trilhões, com alta acumulada de 2,7% em quatro trimestres, conforme dados divulgados pelo IBGE.
O Banco Central informou que o déficit contas externas de outubro de 2025 foi menor que o do ano anterior, apesar da alta na renda primária e do aumento do saldo negativo em 12 meses.
O Monitor do PIB da Fundação Getulio Vargas (FGV) aponta que a economia brasileira cresceu 0,1% no terceiro trimestre de 2025, em comparação com o trimestre anterior. O avanço acumulado em 12 meses é de 2,5%.