Após três meses de recuo, o IGP-M, principal indexador de contratos de aluguel no Brasil, retoma alta e acumula 3,03% em 12 meses, conforme dados da FGV.
Uma pesquisa do IBGE aponta que, entre 2016 e 2024, a proporção de famílias que vivem de aluguel aumentou em 25%. Ao mesmo tempo, o número de moradores em imóveis próprios quitados caiu.