Análise do relatório sobre livre comércio será retomada no dia 24 de fevereiro; proposta prevê redução de tarifas e deve seguir para o Plenário da Câmara.
O acordo encerra duas décadas de negociações e visa fortalecer o mercado comum entre os dois blocos; a medida surge como estratégia de proteção contra a instabilidade econômica dos Estados Unidos.
A decisão de enviar o tratado para análise do tribunal superior do bloco pode atrasar a implementação em até dois anos e atende a pressões de produtores rurais franceses.
Líderes de ambos os blocos destacam que a nova área de livre comércio será a maior do mundo, conectando 700 milhões de pessoas e promovendo a estabilidade global.
O documento será formalizado neste sábado em Assunção e cria a maior zona de livre comércio do mundo, integrando um mercado consumidor de 720 milhões de pessoas.
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que o tratado será assinado neste sábado e prevê que a internalização da lei ocorra ainda na primeira metade do ano.
Apesar da expectativa de assinatura no dia 20, o governo brasileiro manifesta preocupação com as salvaguardas que a União Europeia irá apresentar, visando a proteção de seu mercado.
O presidente Donald Trump anunciou um plano para aumentar as importações de carne bovina argentina (podendo quadruplicar a cota de 20 mil para 80 mil toneladas) para reduzir preços, gerando revolta em pecuaristas americanos.
Diálogo em Brasília visa atualizar entendimentos e impulsionar o comércio bilateral; temas incluem acesso a mercados, propriedade intelectual e meio ambiente.
A união entre Mercosul e Efta, composta por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein, cria um mercado de 290 milhões de consumidores, em um sinal de fortalecimento do multilateralismo.
Parceria com quatro países europeus será oficializada no dia 16 de setembro, no Rio de Janeiro, com objetivo de diversificar o comércio do bloco sul-americano.