Moradora de Jaru tentou responsabilizar bancos após realizar transferências voluntárias para plataforma de apostas; magistrado não encontrou falha nos serviços.
Ministro foi sorteado nesta quinta-feira (12) para substituir Dias Toffoli, que deixou o comando das investigações sobre fraudes bilionárias após citações da Polícia Federal.
Sob coordenação de Renan Calheiros, o grupo investigará suspeitas de irregularidades bilionárias e a tentativa de venda da instituição ao banco público BRB.
Em depoimento à Polícia Federal, o chefe de fiscalização da autarquia afirmou que a instituição possuía apenas 4 milhões de reais em recursos disponíveis antes de sofrer liquidação.
Oitivas sigilosas determinadas pelo ministro Dias Toffoli apuram esquema de R$ 12 bilhões envolvendo a compra de ativos sem lastro pelo BRB e possíveis crimes financeiros.
A autarquia suspendeu o repasse de valores relativos a 254 mil contratos de empréstimos consignados após identificar falhas graves nas assinaturas eletrônicas e falta de transparência nos juros.
A autoridade monetária encerrou as atividades da CBSF Distribuidora por graves violações após a empresa e seu fundador serem alvos de buscas da Polícia Federal.
Em nota, o Banco de Brasília garantiu que mais de R$ 10 bilhões dos R$ 12,7 bilhões negociados em carteiras de crédito inexistentes já foram liquidados. A instituição reforça que segue sólida e colabora com as autoridades.
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, revelou que a Operação Compliance Zero mira crimes contra o sistema financeiro, com apreensão de R$ 1,6 milhão em espécie.
O presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e o diretor de Finanças e Controladoria, Dario Oswaldo Garcia Júnior, foram afastados temporariamente. A ação está relacionada à Operação Compliance Zero, que combate a emissão de títulos de créditos falsos.