Documento é essencial para acesso a benefícios tarifários do acordo Mercosul–União Europeia e para facilitar a entrada de produtos brasileiros no mercado europeu.
Vilhena lidera ranking estadual e supera Manaus, enquanto Rolim de Moura e Porto Velho também figuram entre os 20 maiores exportadores da Região Norte em 2025.
Exportações somaram US$ 348,7 bilhões, alta de 3,5%, mas importações cresceram mais rápido; superávit anual fechou em US$ 68,3 bilhões, recuo de 7,9% em relação a 2024.
Sob liderança do governador Marcos Rocha, estado amplia exportações para US$ 2,5 bilhões e fortalece laços diplomáticos com foco em bioeconomia e logística.
Vilhena lidera as exportações rondonienses e ocupa a 5ª posição regional, seguida por Porto Velho em 12º e Candeias do Jamari em 13º, impulsionadas pelo agronegócio e pela logística estratégica do estado.
A balança comercial brasileira registrou em novembro o menor superávit desde 2021, de US$ 5,842 bilhões; queda é explicada pelo aumento de importações e baixa nas exportações de petróleo.
O presidente em exercício e ministro Geraldo Alckmin confirma que a negociação bilateral com a Casa Branca resultou na isenção de 238 produtos, mas o tarifaço segue impactando US$ 15,1 bilhões em bens brasileiros.
O presidente Donald Trump emitiu um decreto para isentar determinados produtos agrícolas das tarifas recíprocas em vigor desde abril. A medida atende a preocupações com o alto preço de alimentos nos Estados Unidos.
As vendas para o exterior cresceram 9,1%, o maior valor para o mês na série histórica, com o desempenho recorde sendo sustentado pelo aumento das vendas para a Ásia e Europa, que compensaram a queda de 37,9% nas exportações para os Estados Unidos.