O primeiro-ministro Jens-Frederik Nielsen afirmou que a agressividade da Rússia exige proteção reforçada, mantendo limites nas negociações de controle com os Estados Unidos.
O bombardeio massivo contra Kiev e Kharkiv comprometeu o diálogo mediado pelos Estados Unidos em Abu Dhabi, deixando um milhão de ucranianos sem energia em pleno inverno.
A decisão impede que o governo de Donald Trump encerre programas de reunificação familiar, protegendo mais de 8 mil cidadãos de sete países latinos que vivem legalmente no país.
O alto comissariado das Nações Unidas denunciou abusos sistemáticos e o uso de força desproporcional por agentes de imigração após o assassinato de um cidadão de 37 anos.
Durante conversa telefônica nesta segunda-feira, presidente brasileiro defendeu reforma na ONU e propôs cooperação no combate ao crime organizado internacional.
Delcy Rodríguez afirmou que o país não aceitará mais ordens de Washington e defendeu que as divergências internas sejam resolvidas sem a influência de potências estrangeiras.
O presidente norte-americano lançou a carta constitutiva do órgão que visa governar Gaza, mas enfrenta resistência de potências europeias e indefinição do Brasil.
O presidente dos Estados Unidos descartou o uso de força militar e a imposição de tarifas contra a União Europeia após reunião estratégica no Fórum de Davos.
O índice Ibovespa alcançou marca histórica nesta terça-feira impulsionado pela migração de capital estrangeiro, enquanto o dólar subiu para 5,38 reais devido ao agravamento da crise entre Estados Unidos e Europa.
Manifestantes se reuniram em frente à Trump Tower para criticar políticas migratórias e a tentativa de anexação da Groenlândia no primeiro ano do segundo mandato.
O presidente dos EUA cometeu gafe ao trocar os nomes das ilhas durante fala no Fórum Econômico Mundial, em Davos, repetindo o erro pelo menos quatro vezes.
Em discurso no Fórum Econômico Mundial, o presidente dos Estados Unidos afirmou que a aquisição do território ártico é uma questão de segurança estratégica e celebrou os resultados da presença militar em solo venezuelano.
O governo de Emmanuel Macron afirmou estar pronto para participar da operação em meio ao maior desgaste diplomático das relações transatlânticas em décadas.
A interceptação do navio Sagitta no Caribe é a sétima ação desse tipo em um mês, como parte da estratégia do governo Donald Trump para controlar os recursos petrolíferos venezuelanos.