O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) se manifesta após a Operação Contenção, a mais letal da história do Rio, e pede ação policial com base em inteligência e direitos humanos.
Evento “Café Com a Rede” reuniu instituições públicas, empresas e sociedade civil para ampliar o suporte às ações da Casa Família Rosetta, que atua na reabilitação e acolhimento de pessoas com deficiência e dependência química.
Moradora do Complexo do Alemão, afirma que a cabeça de seu sobrinho, (19), foi decapitada e colocada em uma árvore por policiais durante a operação de terça-feira (28)
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alerj, Dani Monteiro compara a Operação Contenção, com cerca de 120 mortes, ao Massacre do Carandiru e critica a falta de investigação prévia e o uso de câmeras corporais.
A Defensoria Pública da União (DPU) repudia a violência da Operação Contenção e destaca que o aumento da letalidade policial viola parâmetros do STF para ações em comunidades vulneráveis.
Um ensaio sobre a necropolítica contemporânea e o avanço da miserabilidade humana, onde o poder e o capital oprimem vidas inocentes, desfigurando os princípios do estado democrático e da dignidade humana.
A Justiça de Rondônia sentenciou o réu a 2 anos e 9 meses de reclusão por proferir ofensas de cunho racial contra a vítima em junho de 2023; pena foi convertida em prestação de serviços e indenização.
Ao tomar posse como presidente do STF, o ministro Edson Fachin afirmou que sua Gestão Fachin STF será marcada pelo diálogo entre os Poderes e a defesa de grupos vulneráveis, reafirmando o compromisso com a Constituição.
O número de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil no país teve queda acentuada entre 2016 e 2024. A pesquisa do IBGE aponta que a maioria das pessoas nessa situação é do sexo masculino, preta ou parda e com mais de 16 anos.
Após 35 anos, Conselho Nacional de Justiça determina retificação das certidões de óbito de 11 jovens, atribuindo a morte a “agente do Estado brasileiro”.
Relatório independente encomendado pela ONU aponta que Israel cometeu quatro dos cinco atos definidos como genocidas e demonstra a intenção de destruir o povo palestino.
Usamos cookies para melhorar a sua experiência, personalizar serviços e garantir confiabilidade. Ao continuar navegando, você concorda com nossa Política de cookie.