No estúdio do Comunidade News, o professor e advogado Mário Jonas explicou o papel do Conselho de Direitos Humanos de Rondônia, destacou os desafios de atuação do órgão e refletiu sobre a relação entre direitos, sociedade e meio ambiente.
A letalidade policial resultou em 4.068 mortes em nove estados brasileiros no ano passado; estudo mostra que pessoas negras têm 4,2 vezes mais chances de serem vítimas do que brancas.
Alexandre de Moraes recebeu entidades no STF para discutir a megaoperação no Rio de Janeiro e se comprometeu a envolver a Polícia Federal na avaliação do trabalho da polícia técnico-científica.
A ativista brasileira Marielle Franco é a primeira cidadã do Brasil a ser condecorada com a mais alta distinção da Universidade de Harvard em Estudos Africanos e Afro-Americanos. A cerimônia acontece nesta terça-feira.
A ativista brasileira Clara Charf estava hospitalizada em São Paulo e faleceu de causas naturais. Fundadora da Associação Mulheres Pela Paz, ela deixa um legado de lutas pelos direitos humanos e equidade de gênero.
O ministro do STF, Alexandre de Moraes, atendeu a pedido da DPU e ordenou a preservação rigorosa de todos os elementos da Operação Contenção, que deixou 121 mortos. O ministro marcou reunião com o governador e audiência com entidades de direitos humanos.
Wellington Brito, de 20 anos, foi um dos 121 mortos na Operação Contenção. A mãe, Tauã Brito, diz ter encontrado o corpo do filho com as mãos amarradas e critica o que chama de “massacre” e falta de oportunidades para jovens da favela.
Alto Comissário da ONU, Volker Türk, classifica ações norte-americanas no Caribe e Pacífico como inaceitáveis e violadoras do direito internacional de Direitos Humanos.
O IML do Rio de Janeiro identificou 100 das 121 vítimas da Operação Contenção, sendo 60 corpos liberados para sepultamento. Parlamentares criticam a falta de divulgação da lista de nomes por parte da Polícia Civil.
A demora na liberação e a falta de informação sobre a identificação dos corpos na Operação Contenção revolta familiares no Rio de Janeiro. O IML está dedicado exclusivamente à perícia dos 121 mortos.
A investigação federal no Rio de Janeiro foi solicitada por deputados e pela Alerj para apurar a megaoperação policial que deixou mais de 120 mortos. O pedido visa garantir uma perícia independente e maior transparência.
A Operação Contenção, considerada a mais letal da história do país com mais de 120 mortos, foi condenada por organizações como Instituto Sou da Paz e Justiça Global por reproduzir uma lógica violenta e desrespeitar os direitos humanos.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, manifestou profunda preocupação com as 119 vítimas da Operação Contenção e pediu uma apuração imediata e conforme as normas internacionais de direitos humanos.
Jurema Werneck, diretora-executiva da Anistia Internacional no Brasil, afirma que a Operação Contenção, que deixou 119 mortos, é um fracasso para o Estado e exige a responsabilização das autoridades.
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