Investigação independente condena ataques de Israel e EUA, além de retaliações de Teerã; bombardeio a escola de meninas no sul do país causa consternação global.
Bombardeio em Minab resultou na morte de mais de 150 estudantes; alto comissário Volker Türk pede investigação imparcial e retorno às negociações de paz.
Enquanto Rússia e Espanha condenam o ataque unilateral, Japão e Austrália priorizam a segurança de seus cidadãos e o apoio à contenção nuclear do regime.
Governo brasileiro e comunidade internacional classificam como ilegal a autorização para colonos comprarem terras; medida é vista como “anexação de fato”.
O Itamaraty classificou a destruição do escritório da UNRWA em Jerusalém Oriental como uma violação do direito internacional e dos privilégios das Nações Unidas.
Um grupo de organizações de direitos humanos solicitou ao Tribunal Penal Internacional a abertura de uma investigação contra autoridades dos Estados Unidos por crimes contra a humanidade.
Reunião solicitada pela Colômbia, com apoio de Rússia e China, discutirá impacto da ofensiva americana e alertas da ONU sobre violação do direito internacional.
Governo chinês afirma que ação americana contra petroleiro vindo da Venezuela desrespeita o direito internacional e defende soberania comercial entre os países.
A determinação do ministro do STF, que visa proteger a soberania brasileira, esclarece a vedação de ordens judiciais e leis de outros países no Brasil, mas ressalva as jurisdições internacionais.
Ministro do STF, Flávio Dino, rebateu a nota da Embaixada dos Estados Unidos que criticava a atuação de Alexandre de Moraes e defendia a soberania nacional.
A Comissão de Direito Internacional da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo emitiu uma nota técnica classificando a medida dos EUA como uma violação da soberania nacional.
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