Ministro da Justiça Ricardo Lewandowski critica o baixo orçamento na CPI do Crime Organizado e afirma que o Estado está de mãos atadas para o combate ao crime organizado.
Rodrigo Bacellar, solto por colegas após prisão por suposto vazamento em operação contra o Comando Vermelho, é chamado para depor na Comissão em Brasília.
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado que investiga o crime organizado aprovou 38 requerimentos nesta quarta-feira (26). A CPI do Crime convidou os comandantes da Marinha e da Aeronáutica, além de convocar o diretor da Meta no Brasil e o ex-deputado TH Joias.
A Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) calcula que seriam necessários R$ 14 bilhões para a construção de novas unidades e zerar o déficit carcerário.
A CPI do Crime Organizado do Senado ouve nesta terça e quarta-feira (19) a cúpula da Polícia Federal e o promotor que investiga o Primeiro Comando da Capital (PCC).
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI do Crime Organizado, argumenta que a equiparação “simples” das facções criminosas ao terrorismo, sem cuidados técnicos, pode prejudicar os inquéritos em curso ao forçar a migração de processos da Justiça estadual para a federal.
Instalada após operação no Rio de Janeiro que deixou 121 mortos, comissão busca investigar facções criminosas, mas enfrenta descrédito sobre resultados.
O senador Fabiano Contarato (PT) defende que o campo progressista precisa agir com responsabilidade no tema da segurança pública, mudando o estigma de que a esquerda apenas defende os direitos humanos dos presos.
O relator, Alessandro Vieira, teve o plano de convocações aprovado, com o objetivo de obter um diagnóstico completo da atuação de facções e milícias no Brasil.
O plano de trabalho do senador Alessandro Vieira foi aprovado na comissão e dará “especial atenção” à atuação de facções em segmentos lícitos como combustíveis, bebidas, garimpo e mercado imobiliário.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, recebeu o ministro do STF, Alexandre de Moraes, para tratar de ações e tecnologias de segurança pública, no mesmo dia em que o Senado instalou a CPI do crime organizado.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, determinou a instalação da CPI do Crime Organizado na próxima terça-feira, que terá 120 dias para investigar a atuação e a expansão de facções e milícias.