Investigação no Supremo Tribunal Federal apura suspeitas de gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro em negociação bilionária entre as instituições financeiras.
Decano do Supremo Tribunal Federal afirma que atuação do ministro segue ritos processuais e destaca que a Procuradoria-Geral da República validou sua permanência no comando do inquérito.
Criminosos utilizam indevidamente o nome da instituição e de órgãos públicos para fraudar clientes que buscam receber indenizações após a liquidação do banco.
Oitivas sigilosas determinadas pelo ministro Dias Toffoli apuram esquema de R$ 12 bilhões envolvendo a compra de ativos sem lastro pelo BRB e possíveis crimes financeiros.
As mudanças permitem o ajuste de alíquotas de contribuição das instituições e estabelecem prazo de três dias para o início de pagamentos após a liquidação.
Presidente da autarquia e ex-diretores de investimento tiveram bens apreendidos pela Polícia Federal em investigação sobre aplicações suspeitas de quase 1 bilhão de reais.
Mudança aprovada pelo Conselho Monetário Nacional permite que o fundo atue antes da liquidação para evitar prejuízos bilionários como os registrados no caso Master.
Presidente afirmou que falta vergonha a quem apoia o banqueiro Daniel Vorcaro após desvio bilionário e destacou entregas de moradias populares em Alagoas.
Fundo de previdência do Rio de Janeiro é alvo de investigação da Polícia Federal por aplicações de 970 milhões de reais em instituição que sofreu liquidação.
Ailton de Aquino Santos colocou sigilos bancário e fiscal à disposição do Ministério Público Federal após denúncias sobre operações entre o BRB e o Banco Master.
Em nota oficial, o ministro Edson Fachin afirmou que o tribunal não se curva a pressões e destacou a importância do devido processo legal nas investigações.
A Operação Barco de Papel cumpre mandados de busca para apurar investimentos de 970 milhões de reais da autarquia fluminense em instituição financeira liquidada.
A autoridade monetária encerrou as atividades da financeira controlada pelo Banco Master após a instituição falhar em pagamentos à Mastercard e confirmar estado de insolvência.
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, concentrou as oitivas de oito investigados em apenas dois dias para apurar suspeitas de fraudes na venda de carteiras de crédito ao Banco de Brasília.
Instituição afirma possuir suficiência patrimonial e nega urgência de aporte financeiro enquanto avalia impactos de operações realizadas com o Banco Master.
Instituição afirma possuir suficiência patrimonial e nega urgência de aporte financeiro, enquanto analisa os impactos de operações realizadas com o Banco Master.
Cerca de 570 mil credores já solicitaram a restituição de valores investidos após a liquidação da instituição financeira oficializada no final do ano passado.
O ministro do Supremo Tribunal Federal atendeu a pedido da Polícia Federal para aprofundar a apuração sobre supostas irregularidades na operação de compra entre bancos.
A autarquia suspendeu o repasse de valores relativos a 254 mil contratos de empréstimos consignados após identificar falhas graves nas assinaturas eletrônicas e falta de transparência nos juros.
A investigação, instaurada de ofício durante o recesso do Judiciário, apura o acesso ilegal a informações fiscais de magistrados da Corte por órgãos como o Coaf e a Receita Federal.