Em meio a tensões e violência no país, a CNBB enviou carta à Conferência Episcopal Venezuelana expressando solidariedade, defesa da paz, do diálogo e da dignidade humana.
Declaração do presidente dos Estados Unidos ocorre após captura de Nicolás Maduro e provoca reação imediata do governo colombiano, que acusa violação do direito internacional.
Pesquisadores avaliam que ação militar norte-americana contra a Venezuela viola o direito internacional, enfraquece a ONU e amplia riscos geopolíticos para a América Latina.
Explorando o medo dos eleitores sobre o aumento da criminalidade e migração, José Antonio Kast venceu o segundo turno com 58,30% dos votos, marcando a mais acentuada guinada à direita do Chile desde 1990.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o unilateralismo dos EUA e manifestou a Trump que a América Latina é uma zona de paz e que não deseja guerra na região, em conversa por telefone.
O governo dos Estados Unidos publicou a Estratégia Nacional de Segurança, que formaliza a retomada da Doutrina Monroe sobre o Hemisfério Ocidental, sendo um claro recado à China sobre sua crescente influência regional.
Centenas de mulheres afro latino-americanas e afro-caribenhas se juntaram às brasileiras na 2ª Marcha das Mulheres Negras, em Brasília, para exigir reparação, bem-viver e respeito, destacando que a opressão racial e de gênero é uma realidade que violenta toda a diáspora.
Os acordos-quadro, que visam reduzir preços para consumidores norte-americanos, darão às empresas dos EUA maior acesso aos mercados dos quatro países latinos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu as credenciais de 28 embaixadores e enfatizou que a soberania e a manutenção da América Latina como “zona de paz” são prioridades, alertando contra intervenções de países de fora da região.
Presidente sugere a criação de uma “doutrina latino-americana” por meio de projetos de educação para garantir a soberania da região e evitar a ingerência de países estrangeiros.
Projeção para a América Latina indica que mortes por calor podem subir para 2,06% do total em 20 anos, exigindo políticas de adaptação climática urgentes.
O Senado uruguaio deu a aprovação final ao projeto Morte Digna por ampla maioria, permitindo o procedimento em casos de doença incurável e sofrimento insuportável.