Na noite de quarta-feira (11), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) deu um show de ironia no plenário do Senado: chegou com uma garrafa de whisky Macallan reluzente na mão, pronto para “brindar” contra o que chama de farra dos ministros do STF. Não era festa, era protesto puro – e com direito a discurso que parece roteiro de comédia brasileira!
O pivô da treta? Um evento chique em Londres, em abril de 2024, no badalado George Club, em Mayfair (o pedaço mais caro da cidade, tipo a Avenida Paulista dos bilionários). Lá, o ministro Alexandre de Moraes e outros VIPs provaram o Macallan top de linha, fumaram charutos e ainda levaram garrafinha de brinde pra casa. Custo total? Uns US$ 640 mil (quase R$ 3,2 milhões na época), bancados pelo Banco Master, do empresário Daniel Vorcaro. Dinheiro suado do povo ou pix misterioso? Cleitinho acha que é a segunda opção e gritou: “Esse grana não é de vocês, é do contribuinte que rala pra pagar imposto!”
Com a garrafa erguida como bandeira, ele ironizou: um brasileiro comum mal compra um uísque de 12 anos por R$ 1 mil, quanto mais edições raras que valem uma fortuna (tipo a de 72 anos, que custa mais que um apartamento em BH). “Esquerda, direita, todo mundo junto agora: peguem o impeachment desses caras e sirvam justiça!”, bradou, pedindo que o Senado pare de fingir que vive na mesma realidade que a gente – a dos boletos atrasados.
É o tipo de protesto que divide opiniões, mas une memes: Cleitinho, o bartender da moralidade pública, servindo lição com gelo e twist. Quem diria que o Senado ia virar boteco de accountability?
(Baseado em fatos públicos; leia o original no Poder360 para os detalhes completos.)







































